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O anúncio de Ronaldo Caiado no PSD embaralha o tabuleiro da sucessão presidencial e fortalece a centro-direita. No Ponto de Vista, José Benedito e Mauro Paulino analisam como o movimento do governador de Goiás amplia o poder de negociação do PSD e reabre a disputa pelo posto de principal candidato anti-Lula. No programa Ponto de Vista, apresentado por Marcela Rahal, da revista VEJA, o editor de Política José Benedito avalia o impacto do anúncio de Ronaldo Caiado, que surge ao lado dos governadores Eduardo Leite e Ratinho Júnior, e explica por que a filiação ao PSD surpreendeu o mundo político. Segundo José Benedito, o gesto indica um novo momento de afunilamento das prévias informais da centro-direita. “Esse movimento é de fato impactante, mas é preciso tomar cuidado com a leitura imediata”, afirma. Para ele, a entrada de Caiado no PSD fortalece Gilberto Kassab e amplia o peso do partido na definição do candidato anti-Lula. O editor da VEJA aponta três leituras principais: a sinalização de que o PSD pode lançar candidatura própria; a confirmação de que Tarcísio de Freitas pode estar fora da disputa presidencial; e o aumento do poder de barganha do partido tanto com Flávio Bolsonaro quanto com possíveis nomes do centro. José Benedito destaca ainda que Caiado deixou o União Brasil justamente por não ter garantia de legenda. “Se ele foi para o PSD, é porque teve alguma garantia de que conseguiria disputar”, observa. Uma das hipóteses em debate é Caiado como candidato à Presidência, com Ratinho Júnior e Eduardo Leite disputando o Senado, liberando o partido nos estados. Na sequência, o colunista da VEJA Mauro Paulino analisa o cenário do ponto de vista eleitoral. Para ele, o Brasil segue dividido em três grandes blocos. “Um terço vota mais à esquerda, um terço mais à direita e um terço busca uma alternativa ao que está colocado”, explica. Esse eleitor do centro, segundo Paulino, costuma decidir o voto mais perto da eleição e atua como fiel da balança. Paulino avalia que o discurso de centro-direita pode ganhar espaço junto a esse eleitorado, especialmente com pautas como segurança pública, mas ressalta que a polarização ainda pesa. “A tendência é que Lula esteja colocado mais à centro-esquerda e Flávio Bolsonaro mais à direita”, afirma. 📌 Assista à análise completa no Ponto de Vista, da revista VEJA. 👍 Curta o vídeo, 💬 comente e 📲 inscreva-se no canal para acompanhar os bastidores da política. ————————————————————————— Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/ SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS: Instagram: / vejamais Facebook: / veja Twitter: / veja Telegram: http://t.me/vejaoficial Linkedin: / veja-com TikTok: / revista_veja