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A Mercedes-Benz fabricou no Brasil por quase 40 anos seus ônibus monoblocos, uma das séries mais admiradas foi a O-400, nas versões urbano, rodoviário e articulado, também foi o último monobloco de série da marca, más a origem dos monoblocos Mercedes foi na década de 50, a Mercedes Benz havia se instalado no país em 53, e em 58 trazia a inédita tecnologia de fabricação de ônibus monobloco. Derivado do modelo alemão O 6600H lançado alguns anos antes, lançou no brasil o O-321, com o mesmo motor do caminhão 1111, de 110cv. O veículo, de construção integral, era construído de forma que carroceria e plataforma compunham uma estrutura tubular contínua, com motor traseiro, tecnologia que seguiria em vários modelos lançados a depois, e, praticamente dominando o mercado de ônibus brasileiro. Vários foram os modelos de monoblocos lançados pela mercedes nas décadas seguintes, um deles foi o O-326, que curiosamente, foi o primeiro utilizado como protótipo de 3 eixos, adaptado pela Itapemirim, que futuramente lançaria seus famosos modelos Tribus e sua própria fábrica de ônibus, a Tecnobus. O-352 foi equipado em 1969 com o motor OM-352 de injeção direta, de 130 cv, e o O362 de 1971 com o mesmo motor porém com turbocompressor e 156cv. O O-355 veio na década de 70, com o novo e maior motor OM355, de 5 e 6 cilindros, em seguida o O-364, também havia um ganho de urbanos. Na década de 80, a concorrência em termos de rodoviários estava acirrada com Marcopolo e Nielson, que em 1984 apresentaram respetivamente o Paradiso e o diplomata 380, a Mercedes porém, estava preparada para responder à altura, lançando um projeto totalmente novo, em 1984, o O-370, nas versões R, RS e RSD. Em 1987 para a linha de 88, ocorria uma mudança de nomenclatura em toda a linha de caminhões e ônibus da Mercedes, o monobloco O370 recebeu a nova nomenclatura O-371. A década de 90 estava sendo de grandes mudanças, a Nielson havia se tornado Busscar em 1989 e lançado suas novas linhas El Buss e Jum Buss, a Marcopolo lançaria a moderna geração V em 1992, a Itapemirim que já produzia seus modelos Tribus criava a empresa Tecnobus em 89, a Scania lançava em 1991 a terceira geração composta pelos chassis 113, que dentre os vários modelos equiparia também os famosos Flexa Azul da CMA. Em abril de 1994 a Mercedes apresentou a série O-400, nas versões RSD, RSL, RS e R, os modelos quase idênticos aos anteriores, traziam alterações estéticas que lhe dava um visual mais limpo e moderno, com menos frisos, sem a grade dianteira, frente e traseira de fibra de vidro, tornando-o mais leve, faróis circulares duplos em lugar dos retangulares antigos, novas lanternas e a marca Mercedes-Benz moldada em toda a extensão da tampa traseira, entre os urbanos também era lançado o primeiro articulado da marca, o O-400UPA. R - Chassi Rodoviário S - Suspensão pneumática L - Chassi alongado D- Chassi com eixo duplo (trucado) R - Chassi Rodoviário RS - Chassi Rodoviário com suspensão pneumática RSL - Chassi alongado com suspensão pneumática RSD - Chassi de eixo duplo com suspensão pneumática. As opções de rodoviários, começava com o O-400R, modelo mais básico, 4x2 de 10,8 metros, suspensão por feixe de molas e motor OM449A de 5 cilindros e 252cv. Os RS, RSL e RSD tinham suspensão pneumática e motor OM-447 LA Turbo, de 6 cilindros, 354 cv de potência. O RS era 4x2 curto de 10,8m, e o RSL 4x2 longo, de 13,2m, e o RSD 3 eixos de 13,2m, a transmissão era ZF S6-1550 de 6 velocidades. Opcionalmente o modelo podia receber freios ABS/ASR, além de Retarder com acionamento na coluna de direção, ou retarder Telma F 2000. O O400 estava presente desde as pequenas até as grandes empresas, foi quase uma marca registra da São Geraldo, os elogios ficavam por conta do no baixo ruído e rodar mais macio, fruto da evolução do sistema construtivo integral associado ao potente motor traseiro e suspensão a ar. Em 1996, a mercedes julgou viável encerrar a fabricação integral dos modelos, provavelmente analisando o mercado, em que as outras marcas ofereciam apenas chassis, ou apenas carrocerias, de forma a proporcionar uma gana muito maior de opções para os clientes, o O-400, lançado em 94, saia de linha neste ano de 1996, e passaria a ser oferecido apenas de forma fracionada para as outras marcas. Após o fim do monobloco O-400, a mercedes ainda disponibilizou o motor eletrônico em 1998, e em 2001, o sucessor do 0-400 foi lançado no mercado brasileiro, a da família O 500, que não contemplava mais monoblocos no portfólio. Atualmente, mais de 20 anos após o encerramento da produção, não é difícil encontrar uma boa quantidade dos antigos monoblocos mercedes trabalhando, seus quase 40 anos de história teve importante participação no desenvolvimento do transporte do país, além de várias tecnologias de segurança e conforto inéditas para sua época, o O-400, último da família, sem dúvida é um dos mais lembrados e admirados. CONTATO do Canal: [email protected] FACEBOOK: / qravolantao