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Gareth Southgate anunciou que não permanecerá no comando da seleção inglesa. A FA (Football Association) desejava renovar o contrato do treinador desde antes da Eurocopa 2024, mas a decisão estava guardada para o término da competição. Southgate deixa o cargo em situação muito melhor do que recebeu. É natural olhar para o desempenho decepcionante na Euro 2024 e questionar decisões e a capacidade tática de extrair mais de um elenco tão repleto de nomes de peso. Mas, mudando a perspectiva, foi mais um resultado relevante para um país nada acostumado a títulos. A Inglaterra é uma seleção que coleciona frustrações e traumas. O único título foi a Copa do Mundo de 1966 em casa. Depois, vem um festival de eliminações que geraram culpados e alvos para carregar os ataques da opinião pública. O próprio Southgate foi um deles, após perder pênalti na decisão da semifinal da Euro 1996, em casa, contra a Alemanha. Longe de ser o único. Em 1990, Waddle e Stuart Pearce. Em 98, David Beckham. Em 2021, Saka, Rashford e Sancho perderam pênaltis e foram alvos de ataques racistas. Não era simples assumir a seleção como Southgate assumiu em 2016. Ainda mais sendo ele, com o que ele já carregava. E, em muitos aspectos, ele obteve sucesso. Foi importante em diversos posicionamentos, abriu a seleção para mais ideias, deu importância à psicologia esportiva e combateu racismo e xenofobia. Fez parte também da formação de uma ótima década da Inglaterra na transformação de suas categorias de base. Foi semifinalista da Copa de 2018, vice da Euro 2020, cai nas quartas (jogando bem contra a favorita França) na Copa de 2022 e agora é vice novamente na Euro 2024. São resultados que a Inglaterra nunca teve. Dá para dizer que Southgate entrega a seleção num patamar superior, mas nada disso impede a constatação de que o nível de futebol jamais esteve onde poderia estar. Seja pela proposta ou pela execução. E agora a Federação Inglesa terá uma importante decisão para tomar. Chegou a hora de dar um passo adiante. Já está entre os melhores elencos do futebol de seleções. Agora precisa ser também uma seleção disposta a ser um time dominante, com um futebol capaz de produzir mais e de se impor dentro das competições. Há um nome de peso disponível no mercado, viável financeiramente e disposto a abandonar a rotina dos clubes? Sonhar com Klopp é fantástico, mas é realista? Na prática, se as opções forem mais modestas, o risco é não colocar a perder os degraus que Southgate ganhou nos últimos 8 anos. (0:00) Southgate de saída (1:48) Perspectiva histórica de traumas (6:15) Méritos de Southgate (10:00) Elenco atual pede mais (14:00) Como dar o próximo passo?