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Em 1975, Fritjof Capra lançou The Tao of Physics (O Tao da Física), uma obra que teve repercussão internacional ao propor que há paralelos profundos entre a física moderna (relatividade, mecânica quântica) e o misticismo oriental. Agora, com a edição comemorativa de 50 anos, ganha força a oportunidade de revisitar suas ideias sob uma luz contemporânea — refletir o que resistiu ao tempo, o que se modificou, o que se mostra problemático, e o valor que ainda pode ter hoje. Estrutura e conteúdos principais da obra Para quem não conhece bem, aqui está uma visão geral — que você pode compartilhar de modo resumido no vídeo: Física moderna vs misticismo oriental Capra traça paralelos entre conceitos como não-dualidade, interdependência, fluxo e processo — ideias fundamentais no pensamento oriental — e os achados da física do século XX, nas teorias da relatividade e da mecânica quântica. Linguagem acessível e ausência de fórmulas matemáticas pesadas Um ponto forte é que Capra apresenta conceitos científicos complexos sem recorrer pesadamente à matemática, o que torna o livro mais acessível ao leitor geral com curiosidade filosófica ou espiritual. Comparações filosóficas e simbólicas Capra discorre sobre o hinduísmo, o budismo, o taoismo e o zen, mostrando como muitos símbolos e conceitos espirituais (como o Tao, yin-yang, vazio, impermanência) ecoam nas descrições da física moderna. Implicações culturais, filosóficas e espirituais O autor sugere que a nova física oferece um novo paradigma de visão do mundo: não mais como uma máquina fragmentada, mas como um todo dinâmico e inter-relacionado. Ele propõe que essa integração pode contribuir para mudanças culturais, ecológicas e espirituais. Prefácio / capítulos adicionais nas edições mais recentes Nas edições posteriores, ele revisita algumas ideias à luz de novos avanços científicos, reafirmando que muitos dos seus paralelos originais continuam relevantes. Pontos de destaque da edição comemorativa de 50 anos Alguns aspectos que você pode realçar no vídeo para seu público: Reflexão temporal: como as ideias “visionárias” de Capra envelheceram? Quais previsões ou analogias resistem? Atualizações e notas do autor: verificar se há novas introduções, prefácios, notas explicativas revisadas ou adições que respondem críticas ou avanços científicos posteriores. Capa, acabamento, notas críticas: edições comemorativas tendem a valorizar o design, introduzir comentários extras, documentos históricos, cronologia — destacar esses elementos visuais e editoriais é bom para quem assiste e eventualmente pensa em adquirir. Comparação com a ciência contemporânea: colocar lado a lado os paradigmas científicos de hoje e ver onde o livro ainda dialoga e onde se distancia das teorias vigentes. Críticas, limitações e controvérsias Para tornar sua resenha equilibrada, é bom abordar também as limitações e críticas: Acusações de “misticismo quântico” / pseudociência Alguns críticos acusam o livro de extrapolar analogias científicas e usar conceitos quânticos de modo simbólico, sem rigor metodológico, desequilibrando ciência e espiritualidade. O Tao da Física é frequentemente citado como uma obra influente no surgimento do misticismo quântico moderno. Simplificações ou generalizações excessivas Para tornar o conteúdo acessível, Capra por vezes reduz ou omite nuances matemáticas ou técnicas, o que pode gerar mal-entendidos ou interpretações superficiais de conceitos científicos complexos. Questões científicas não previstas ou avanços posteriores A ciência progrediu nas décadas seguintes, e algumas hipóteses ou paralelos podem não se harmonizar com descobertas posteriores. Vale questionar até que ponto certas analogias continuam legítimas. Risco de leitura simbólica exagerada Leitores podem entender que Capra “prova” algo espiritual pela ciência ou que a ciência confirma o misticismo, quando muitas vezes o livro trabalha no campo das metáforas filosóficas e estéticas, não da prova empírica. Meu olhar pessoal / o que mais me impactou (Esse é o momento de inserir sua experiência, o que tocou você — fazê-lo deixa o vídeo mais autenticamente seu.) Por exemplo: Ao reler a edição comemorativa, percebi que algumas analogias — sobre vazios quânticos ou a interdependência — ressoam hoje com debates em cosmologia e física de sistemas. Fiquei impressionado com como Capra consegue “traduzir” ideias complexas sem perder poeticidade — ele trata ciência com alma, não com jargon frio. Ao mesmo tempo, mantive um olhar crítico: partes que me pareceram muito optimistas metaforicamente talvez mereçam uma releitura cuidadosa. Comparando com outras obras recentes que abordam ciência e espiritualidade, senti que O Tao da Física continua um clássico por seu equilíbrio entre erudição e sentido poético. Se voçê estiver planejando comprar este livro pela Amazon, utilize o nosso link de afiliado, para ajudar o nosso canal, sem pagar nada a mais por isso: https://amzn.to/43sd07Y