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O conflito entre Irã e Estados Unidos entra no sexto dia com escalada de ameaças e ampliação do teatro de guerra no Oriente Médio. Teerã afirmou ter atingido um navio petroleiro norte-americano no Golfo Pérsico e advertiu que a União Europeia “pagará o preço” por apoiar Washington. A França autorizou aeronaves dos EUA a utilizarem bases militares na região, o que amplia a mobilização internacional. O cenário indica que o conflito já ultrapassa o confronto direto e passa a envolver interesses estratégicos globais. Segundo análise do jornalista Cláudio Zaidan, o embate é resultado de quase cinco décadas de hostilidade entre Washington e Teerã, desde a Revolução Islâmica de 1979, que rompeu relações diplomáticas após a queda do xá Reza Pahlavi. Desde então, episódios como a crise dos reféns na embaixada americana e a guerra entre Irã e Iraque consolidaram a rivalidade. Além da dimensão histórica, o petróleo é peça central na crise. O Irã possui uma das maiores reservas do mundo e ocupa posição estratégica no Estreito de Hormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo global. A região também é vital para a China, que compra aproximadamente 80% do petróleo iraniano. O conflito também envolve atores indiretos. Israel considera o Irã seu principal adversário estratégico, especialmente pelo apoio iraniano a grupos como o Hezbollah e o Hamas. Já os EUA enxergam Teerã como aliado relevante de Moscou e Pequim em um contexto mais amplo de disputa geopolítica. No campo militar, a guerra ocorre principalmente pelo ar e pelo mar, já que uma invasão terrestre ao território iraniano é considerada de alto risco. Analistas apontam que uma ocupação seria complexa e potencialmente desastrosa, diante da dimensão territorial e da capacidade militar do país persa. Com ataques atingindo bases e representações diplomáticas na região, a instabilidade tende a se prolongar, elevando riscos para o mercado global de energia e para a segurança internacional. O cenário permanece volátil, com impactos que podem ultrapassar o Oriente Médio e influenciar diretamente o equilíbrio de poder entre Estados Unidos e China. #DIIAC #JornalGente