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Vamos falar das principais doenças passando por estratégias de manejo e posicionamento de fungicidas em milho Para mim, a mais importante é a escolha do híbrido.. isso porque a diferença de tolerância a doença entre híbridos é muito maior do que a diferença entre fungicidas.. O manejo de doenças começa pela escolha do híbrido. Vejam, infelizmente, nenhuma empresa consegue entregar um híbrido que atenda o tripé: precocidade, produtividade e rusticidade (tolerância a doenças). Até porque rusticidade ou tolerância a doença, nos critérios de seleção é antagonista a produtividade e ciclo.. em tenho um rol de genes, entre esses, ao priorizar precocidade e produtividade, dificilmente eu consigo ter defensividade (Foto 1) Primeiro aspecto então em relação ao manejo de doenças. Híbridos de ciclo hiperprecoce são mais susceptíveis a híbridos superprecoce e estes por sua vez são mais susceptíveis a híbridos de ciclo precoce. Como muitas vezes o critério de escolha é em função do ciclo, e muitos optam pelo hiperprecoce, pensando já na safrinha que vem na sequencia, esses materias respondem até três aplicações de fungicidas (Foto 2). Nessa foto nós temos a direita uma material P30F53 na esquerda, e P1630 na direita.. a diferença entre ambos materiais sem aplicação de fungicida foi de 40 sacas por hectare. Lembrem que estes materiais tem menor área foliar, logo, suportam menos a presença de doenças e tem menor período de tempo para enchimento dos grãos... Então a idéia é evitar os hiperprecoces? não, a idéia é trabalhar com mais de um hibrido e caso vc não tenha tecnologia de aplicação, ai sim, é melhor você evitar estes materiais, porque se eu for utilizar um hibrido hiperprecoce, eu já posso me programar para três aplicações de fungicidas... E porque essa quebra de produtividade é tão grande? O milho chega no pendoamento com o máximo IAF (4,5 a 5,5 metros quadrados de folha por metro quadrado de solo). Nesse ponto, o milho acumulou por volta de 40% do total de biomassa, Os outros 60% tem por volta de 50 a 60 dias para serem acumulados e a planta é extremamente dependente desse aparato fotossintético para proporcionar um bom peso de grãos. Vejam, o peso de grãos pode ser de 250 a 450 gramas, dependendo do hibrido, da vida útil da folha, do status nutricional, etc.. então, manter folha viva, bem nutrida e sadia, é fundamental para obter elevadas produtividades..