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Confira os destaques da conversa com Bernardo Carneiro, sócio da área de reestruturação do Lefosse: 00:00 Abertura 01:40 Crédito privado cresce — e chega a hora das “DRs” 04:43 A regra do jogo: articulação e “lugar na mesa” 06:01 Caso Light: o desafio dos quóruns e da dispersão 12:10 Caso Ligth: como os investidores se organizaram 20:51 É preciso mais regulação ou autorregulação? 26:02 O que pode melhorar no mercado, na visão do Lefosse 30:22 Outros casos: St. Marche, AMEC, autorregulação e pressão do investidor ( • ) Inscreva-se no canal e ative as notificações para acompanhar os próximos episódios ( • ) Cadastre-se na nossa newsletter especial: creditoprivado360.com.br Grupos de WhatsApp, convites boca a boca e centenas de reuniões. É assim que grupos de investidores estão se unindo para conseguir um lugar na mesa para negociar com emissores em risco de calote. Pode parecer trivial, mas no mercado brasileiro de capitais, onde muitos emissores costumam se aproveitar da desarticulação de acionistas minoritários e cotistas de fundos, trata-se de uma revolução. Um dos líderes desse processo é Bernardo Carneiro, sócio da área de reestruturação do Lefosse, um dos maiores escritórios de advocacia do país. “O credor está aprendendo que tem que ter um lugar na mesa para negociar, com o voto dele. Ou vai ficar no último da fila, sem opções que normalmente são dadas a outros credores, como os bondholders”, afirmou Carneiro, no episódio #5 do Crédito Privado 360. Ele sabe do que está falando. Em 2023, foi ele quem liderou o maior grupo afetado pelo default da Light. Embora tivessem nas mãos cerca de 80% de uma dívida de cerca de R$ 11 bilhões, investidores de varejo e gestoras nacionais corriam o risco de ficar para trás em relação aos investidores estrangeiros, os bondholders. Contrariando o histórico, gestoras e pequenos se uniram, conseguiram aval da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para se fazerem representar. O movimento funcionou. Em bloco, aprovaram o plano de recuperação da distribuidora de energia e conseguiram evitar um haircut, desconto nos valores das cotas, que normalmente acontece em casos como aquele. A experiência criou um caminho que está sendo repetido em outros episódios de ‘eventos de crédito’, jargão do mercado para empresas que estão em vias de dar calote em investidores de dívida. São os casos como os da varejista St. Marche e do grupo de energia Two Square (antiga Sterlite). Caso Light Segundo Carneiro, o caso Light ilustra a necessidade de mudanças para vencer a inércia no mercado de capitais, incluindo na própria cultura do mercado. “O investidor brasileiro ainda é muito individualista e acredita muito no poder do litígio. Mas a experiência mostra que sentar à mesa, bem estruturado, bem articulado, com um voto para negociar, resulta em recuperações muito maiores”, diz ele. Além disso, defende ele, com o rápido crescimento do número de emissores e das condições mais adversas da macroeconomia, com recordes de recuperações judiciais no Brasil, os eventos de crédito tendem a se multiplicar. Entretanto, investidores aprendendo a se juntar para defenderem suas cotas não é suficiente. Mudanças na regulação, na autorregulação e em todo o processo de estruturação de produtos de investimentos em crédito precisam acontecer. “O mercado de crédito privado está crescendo muito, exercendo uma função importantíssima. Mas ele precisa de uma roupa nova”, disse. #creditoprivado #empresas #investimentos #fidc