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Apoie este canal para obter acesso aos seguintes benefícios: / @febnacional História de nossos soldados da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na guerra de 1942 a 1945. Americanos Proibiram o Brasileiro de Cozinhar — O 'Arrumadinho' Improvisado que Esvaziou o Refeitório Oficial. A chegada da Força Expedicionária Brasileira, a FEB, ao teatro de operações na Itália em 1944 não foi apenas um choque logístico, mas um verdadeiro embate cultural, e este se manifestou de forma mais crua e intensa nas mesas dos refeitórios. Os Pracinhas, acostumados ao sol tropical e à culinária intensa do Brasil, desembarcaram nas montanhas geladas do inverno europeu, integrados à vastíssima, mas impessoal, máquina de guerra do 5º Exército Americano. O frio cortante era o primeiro inimigo, uma névoa espessa que penetrava até os ossos, mas logo o segundo inimigo se revelou: a monotonia insípida das rações militares americanas, desenhadas para eficiência calórica e não para o prazer do paladar. O sistema de suprimentos americano era uma maravilha de precisão e padronização. Tudo vinha em latas uniformes, embalagens de papel encerado e caixas de madeira empilhadas metodicamente, garantindo que o soldado tivesse energia suficiente para suportar o rigor da linha de frente. No entanto, a padronização não deixava margem para a individualidade. O pão era sempre o mesmo, a carne enlatada, o famoso Spam, tinha uma textura gelatinosa e um sabor metálico que se repetia nauseantemente a cada refeição, dia após dia, semana após semana. Para o brasileiro, que carregava na memória afetiva os cheiros de alho refogado e cebola dourando no azeite, esta dieta representava não apenas fome física, mas uma profunda e corrosiva fome de alma, uma saudade manifestada no estômago. Nas noites frias, amontoados em tendas úmidas ou quartéis provisórios, era comum ver os Pracinhas reunidos, não para lamentar a distância da batalha, mas para suspirar pela ausência do feijão preto bem temperado. Eles abriam as latas de ração C, olhavam para o conteúdo pálido e tentavam, com as poucas gotas de tabasco que conseguiam permutar com os americanos do sul, dar algum tipo de vida àquela massa inerte. Os soldados da FEB eram, em essência, cozinheiros improvisados, filhos de uma cultura onde a comida é a celebração do encontro, e agora estavam isolados por uma barreira de sabor.