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Caminhada pelas ruas centrais da cidade histórica de Laguna, Santa Catarina.【4K 60fps】. Episódio 1 - Centro Histórico de Laguna. Laguna é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 28º28'57" sul e a uma longitude 48º46'51" oeste, estando a uma altitude de 2 metros. Sua população estimada em 2016 era de 44 982[4] habitantes. Possui uma área de 336,396 km². Em primeiro de janeiro de 2013 perdeu 1/5 de sua população com a instalação do município de Pescaria Brava. Cidade de acontecimentos memoráveis da história de Santa Catarina, também passou a ser a capital da República Juliana (depois e antes do estado extinto denominado Província de Santa Catarina), terra natal de Anita Garibaldi, a famosa Heroína dos Dois Mundos. Seu nome é proveniente da lagoa que banha o município. Anteriormente chamava-se Laguna dos Patos ou Laguna de los Patos, nome que se atribui aos povoadores espanhóis do litoral inteiro, Santo Antônio dos Anjos da Laguna (padroeiro), denominação concedida por Domingos de Brito Peixoto, que fundou a cidade em 1676, e em seguida reduzida para a Laguna dos dias de hoje. Lar de uma série de balneários naturais e lagoas, tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), com seiscentos imóveis, é o pólo turístico mais importante do sul do estado brasileiro de Santa Catarina, localizado na Região Sul do maior país sul-americano em extensão territorial. Entre 1538 e 1548, os franciscanos espanhóis Bernardo de Armenta e Alonso Lebrón fizeram esforços de evangelização dos nativos da etnia carijó, no território que atualmente pertence à cidade de Laguna. Esses esforços foram interrompidos quando 1548, quando salteadores portugueses, liderados por Pascoal Fernandes, oriundo de São Vicente, e Martin Vaz, oriundo de Ilhéus, invadiram o local para prender e escravizar os nativos[8]. Um dos principais motivos para fundar a cidade de Laguna foi a necessidade do domínio português ter, na parte mais meridional do Brasil Colônia, um "posto de avanço". Seria, por assim dizer, um grandioso ponto de apoio para colonizar o Rio Grande do Sul e para as guerras hispano-lusitanas na bacia do rio da Prata.[9] A ocupação de Laguna foi feita pelo bandeirante paulista Domingos de Brito Peixoto, em 1676, do então povoado de Santo Antônio dos Anjos da Laguna.[10] Antes cobrindo todo o sul de Santa Catarina, a vila obteve muitos progressos e elevou-se à categoria de município em 20 de janeiro de 1720 e em seguida perdeu a prosperidade. Uma das principais razões, senão a mais importante, foi que os lagunenses deixaram sua terra para tomar novas posses no Continente de São Pedro do Rio Grande do Sul.[9] A conhecida Guerra dos Farrapos (que no município dispunha de uma série de seguidores) projetou historicamente a cidade de Laguna. Em julho de 1839, os republicanos gaúchos invadiram (pela óptica revolucionária, socorreram) Laguna por terra e mar. David Canabarro e Joaquim Teixeira Nunes, eram os comandantes das tropas terrestres (cerca de 1000 homens), na mesma ocasião em que o capitão italiano Giuseppe Garibaldi a ocupou por água, quando esteve a bordo do navio "Seival" com uma tripulação que se compunha de muitos italianos, amigos de interesse do grande carbonário. Este, por sua vez, derrotou as tropas imperiais ali instaladas. E em 29 de julho de 1839, a Câmara Municipal de Laguna, presidida por Vicente Francisco de Oliveira, proclamava a liberdade e a independência da então Província de Santa Catarina com a denominação de Republica Juliana coligada à de Piratini. Foi naquele momento que apareceu a adolescente Ana Maria de Jesus Ribeiro, amplamente conhecida pela perífrase de Heroína dos Dois Mundos, que ficaria junto a Giuseppe Garibaldi, com quem se casou em seguida, tornando-se conhecida pelo apelido de Anita Garibaldi.[9] Porém, em 15 de novembro desse ano (1839), depois de sanguinária guerra naval, com a derrota dos farroupilhas, chegava a seu fim a República Juliana, cujo presidente, que no entanto não apareceu para ser empossado como governante, foi o coronel Joaquim Xavier Neves e o vice-presidente o padre Vicente Ferreira dos Santos Cordeiro.[9] Foi o episódio de maior brilho de Laguna, cujo povo hoje em dia, vem trabalhando com bravura para o seu o desenvolvimento, alcançado por meio da pesca (atividade econômica de importância de seu povo), e do turismo, devido às extraordinárias possibilidades que o município oferece.[9] Sua área é de 440,525 km², pertencente à Mesorregião do Sul Catarinense, dividida em três microrregiões: Araranguá, Criciúma e Tubarão. https://pt.wikipedia.org/wiki/Laguna_...) repo