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O Informe do Trabalhador Hoteleiro do dia 15 de março trouxe mais uma edição relevante para a categoria, contando com a participação do Dr. Êzio Azevedo, que abordou temas atuais e importantes do Direito do Trabalho. Apresentado por Castro Cardoso, presidente do Sintrahortuh ZN, o quadro segue cumprindo seu papel fundamental de informar e fortalecer os trabalhadores e trabalhadoras da hotelaria, bares e restaurantes de Sobral e região. O programa vai ao ar todos os domingos, a partir das 12h, pela Rádio Tupinambá FM 100.3, dentro do programa Show de Domingo, apresentado por Adalberto Mendes. Na abertura, Castro destacou a Caravana Sindical promovida pela Fetrahnordeste, realizada entre os dias 10 e 12 de março, que percorreu estados do Nordeste com a participação de dirigentes sindicais. O encontro contou com planejamento, troca de experiências e a inauguração da subsede da federação em Maceió (AL), fortalecendo a organização sindical e a luta pelos direitos da categoria. Durante sua participação, o Dr. Êzio Azevedo falou sobre as transformações no mundo do trabalho e os desafios enfrentados pelos trabalhadores diante dessas mudanças. Um dos temas mais debatidos foi o fim da escala 6x1 e a possibilidade de redução da jornada de trabalho sem diminuição salarial, pauta que já existe em acordos coletivos, mas que ainda está em discussão no Congresso Nacional. Outro ponto importante foi a pejotização, prática em que trabalhadores são obrigados a se formalizar como MEI, perdendo direitos como férias, 13º salário e previdência. Segundo o Dr. Êzio, essa prática é ilegal quando imposta pela empresa, podendo gerar penalidades. Ele destacou ainda que essa realidade não atinge apenas trabalhadores comuns, mas também profissionais qualificados, como médicos. Também foi esclarecido o conceito de substituto processual, quando o sindicato entra com ação judicial em nome próprio para defender direitos dos trabalhadores, garantindo que os benefícios sejam destinados à categoria. A edição reforçou ainda a importância dos sindicatos na defesa dos direitos, especialmente diante das mudanças trazidas pela tecnologia, globalização e novos modelos de trabalho, como aplicativos, home office, terceirização e contratos mais flexíveis. Diante desse cenário, fica a reflexão: até que ponto essas transformações representam avanços reais e garantem a proteção dos direitos dos trabalhadores?