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Rocky IV (1985) pega Rocky Balboa no momento mais alto da vida dele. Campeão mundial dos pesos-pesados, rico, famoso, família feliz, casa boa, tudo certo. Mas Apollo Creed não suporta ficar parado. Ele vê Ivan Drago chegar: russo alto, forte, frio, treinado como máquina em laboratório. Apollo quer provar que o boxe americano ainda é o rei. Marca luta de exibição em Las Vegas, cheia de show, luzes, música alta, provocação patriótica. A luta vira tragédia pura. Drago bate sem dó. Golpes pesados, sem parar, sem piedade. Apollo leva tudo, tenta resistir, mas cai. Rocky assiste do canto, desesperado, grita pra parar, mas Apollo não desiste. Apollo morre no ringue. A cena dói. Rocky perde o amigo. Perde a paz. Culpa-se por não ter pulado no ringue mais cedo. A dor é enorme, profunda. Drago volta pra União Soviética como herói nacional. A mídia americana culpa Rocky por não ter salvado Apollo. Rocky não aguenta. Raiva, luto e culpa misturam tudo. Ele decide: vai até a Rússia enfrentar Drago. Vingança pessoal. Não é pelo título. É por Apollo. É por honra. É por tudo que perdeu. Adrian tenta impedir. Tem medo de perder o marido, medo pelo filho pequeno, medo da guerra fria que tá no ar. Mas Rocky sente que precisa. Parte com Duke, o antigo cornerman de Apollo. Chega na Rússia, se instala numa cabana velha nas montanhas geladas, longe de tudo. O treinamento é bruto, sujo, real. Corre na neve funda, corta lenha com machado, puxa trenós cheios de pedra, sobe montanha carregando peso, soca árvores congeladas até o osso doer. Tudo pra voltar ao básico. Pra lembrar quem ele é de verdade. Enquanto isso, Drago treina em laboratório moderno: injeções, máquinas, cientistas medindo cada batida do coração, cada gota de suor. Máquina contra homem comum. Rocky treina sozinho, pensa em Apollo, lembra dos velhos tempos, sente a dor virar força. Duke ajuda, mas é Rocky quem precisa se encontrar de novo. A luta final é marcada em Moscou. Ringue simples. Torcida hostil. Bandeiras vermelhas por todo lado. O mundo assiste: americano contra soviético, coração contra máquina. No ringue, Rocky leva pancada pesada nos primeiros rounds. Corpo dói, rosto incha, olhos quase fecham. Drago é uma parede. Mas Rocky não cai. Usa resistência, garra, coração. Round por round, ele aguenta. A multidão, que odiava ele, começa a mudar. Vê um homem lutando com tudo, sem desistir. Vê o espírito humano batendo mais forte que qualquer força bruta. O filme é sobre perda que rasga o peito, raiva que queima por dentro, amizade que não morre e superação que vem do fundo da alma. Mostra que o homem comum pode enfrentar sistema, máquina, país inteiro – se tiver coração. Rocky luta por Apollo, pela honra, por si mesmo e por algo maior que ele. É vingança, mas também redenção. Rocky IV é o mais forte da série. Ação pesada, emoção crua, cenas que ficam na memória. Stallone dirige com intensidade. O contraste entre treinamento na neve e laboratório frio é perfeito. A mensagem é clara: o coração vence máquina. O espírito humano vence opressão. Recomendo assistir depois do III. É daqueles filmes que te deixa com raiva, tristeza, depois com vontade de levantar e lutar qualquer coisa na vida. É motivação pura, mas com dor real. Gostou do vídeo? Deixa o like se sentiu a dor da morte de Apollo, se inscreve no ElevenCine, ativa o sininho e comenta: você acha que Rocky fez certo indo pra Rússia sozinho? Um abraço quente! Até a próxima!