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🌕🔥 GALLIARD – DANÇARINOS DA LUA 🔥🌕 Sob a luz da Lua Gibosa, a fogueira arde… e a memória desperta. Esta canção é dedicada aos Galliards, os contadores de histórias da Nação Garou. São eles que transformam batalhas em lendas, dor em poesia e morte em eternidade. Enquanto houver um Galliard para cantar, nenhum herói será esquecido. Entre uivos, hidromel e brasas vivas, essa música celebra: 🔥 A chama da tradição 🌗 A paixão que inspira matilhas 🎶 A canção que reacende a coragem 🐺 O legado que nunca morre Os Galliards não apenas lutam — eles lembram. Não apenas celebram — eles eternizam. Não apenas vivem — eles gravam no tempo o que Gaia jamais deve esquecer. Se você sente o fogo subir quando a história começa… Se o uivo toca algo antigo dentro de você… Então esta canção é para você. ⚔️ Onde há memória, há honra. 🌕 Onde há canção, há esperança. 🔥 Onde a fogueira arde… um Galliard está cantando. #Galliard #DançarinosDaLua #LobisomemOApocalipse #MundoDasTrevas #Garou #CançãoÉpica #LuaGibosa #MemóriaEterna 🌗🔥 GALLIARD – DANÇARINO DA LUA 🔥🌗 (Canção da Memória, da Fúria e da Celebração) 🎶 Letra Intro (voz narrativa / som de fogueira e hidromel sendo servido) Dividam o hidromel… Alimentem o fogo… A noite é jovem — E Luna me inspira. Verso I Sob a face gibosa da Lua, Meu coração aprende a arder, Eu canto as sagas dos bravos Que tombaram… pra nos fazer viver. Não há guerra sem memória, Nem vitória sem canção, Se esquecermos quem fomos ontem, Não merecemos o amanhã. Pré-Refrão Eu vi matilhas quase cederem, Vi heróis quererem chorar, Mas bastou uma história bem contada Pra lembrá-los… como lutar. Refrão Sou Galliard! Dançarino da Lua, voz da paixão! Transformo dor em lenda viva, E medo em inspiração. Galliard! Guardião da memória e do som, Se Gaia ainda respira forte, É porque alguém cantou seu nome. Verso II Posso rir alto nas festas, Ou narrar o fim do mundo em dor, Sou tempestade de emoções, Irascível… criativo… cantor. Quando a paz vira batalha, E as garras precisam surgir, Não se engane — eu também avanço, Eu também sei… ferir. Pré-Refrão II Mas quando o silêncio retorna, E os corpos jazem no chão, Eu ergo elegias aos mortos E gravo seus nomes… na canção. Refrão Sou Galliard! Dançarino da Lua, chama e trovão! Se a matilha perde o rumo, Eu reacendo o coração. Galliard! Entre lágrimas e hidromel, Eu guardo o passado de todos Sob a luz cruel de Luna no céu. Ponte (ritual / coral) Chamado da Wyld ecoa em mim, Animais e espíritos ouvem minha voz, Telepático ou ardente, Eu uno… o que resta de nós. Refrão Final (explosivo) GALLIARD! SEM HISTÓRIA NÃO HÁ HONRA! SEM CANÇÃO NÃO HÁ NAÇÃO! Se a guerra nos leva à ruína, Eu canto… nossa ressurreição! Outro (suave, fogueira apagando) Dividam o hidromel… Porque amanhã… Alguém precisará lembrar.