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Letra & Vozes: Big P, Tilt, Revo-T, Mass e Nero Instrumental: Poison Mind Captação: RAIA Mistura/Masterização: RAIA VÍDEO: Produção: RAIA Realização/Captação/SFX: Sebastião Santana Edição: Luís Almeida Agradecimentos: Kano, Nelson Pinto, Tom, João Valentim, Irmãos Viegas, Brodi, José Gonçalves Letra: [Big P] Não sou um anti herói, eu sou o vilão Sem hipótese de redenção. Nem remorsos, salvação É pra quem mede esforços - Pra mim não Nem reforços. Só o suporte do meu pobre coração que só se fode Não encontrarão num só spot Quem percorre com a solidão na escuridão, enquanto o sol dorme Em slow-mo na contenção, chega só come, só que viver disto é correr risco, mas eu sou pobre Também sou forte, tem que ser sócio Temos que ter ódio pra combatermos os mesmos demónios Enquanto fizermos nós estes negócios Enquanto tivermos estes hobbies Entretanto mulheres rezam por estes jovens Em tantos a morrer esperam que estes sobrem Envolvem se com a sacanagem porque sabem que eles podem E sobra só homenagem a azarados que se fodem Quem não tem cão, caça com gato Quem não tem pão 'tá-se a cagar (bro) Quem não tem fome vai te julgar Sem conhecer a dor sem da bo mão, Sem te ajudar Quem não tem nada a perder, tem tudo a ganhar Tu faz o que tens que fazer e deixa-os falar Diz "beija me o caralho", pensa no teu bem estar E se eles forem chatos, tenta-os matar [Refrão] Porque pode ser que consigas entender o vilão Se conheceres as origens, sem tu teres que dar razão Nem todos seguem a mesma via nesta vida, irmão Mas pronto, há de haver um equilíbrio Onde houver um amigo que te dê a mão Eu deixo-te cair da ponte Sempre com um sorriso, até aos ouvidos Até já ouvir meu pedido, e eu cair morto [Tilt] Não sei se era suposto mas cá estou... Dizem-me que eu não presto, Eu digo q'um vilão é a versão dum herói honesto Verdades desagradáveis são espasmos do meu rap Tipo que eu cuspo com Síndrome de Tourette Negro como um Dugpa no Tibete, Negro como um Santo no inverso, Negro como o pano de fundo do Universo Perverso como o Deus do Velho Testamento para que ninguém peque Através da fome, guerra e peste! Aquilo que eu mais detesto? Hipocrisia. Hip-hop que se dizia puro, mas dá-lhe tempo e trap. Agora vais culpar o tempo? É que o tempo mata. Isso dói durante um tempo, mas isso com o tempo passa. Eu garanto-te. Embora eles não oiçam, quê? Querem que eu Kant? "Se a verdade os mata, então que morram" Fiquem lá com o Yang Enquanto ORTEUM e 69 é a dream team que rima o Yin p'a equilibrar o mambo [Revo-T] Real thuga modafucka, aquele puto pula foda Se lhe deres muita corda é com ela que ele te enforca O Rap Tuga É Uma Merda, mas isso não é de agora Agora só tem mais merda. E o que é merda, vira moda Tou a pegar fogo ao rap com um fosforo molhado A provar-te com o impossível a sua possibilidade Trago a habilidade sem amabilidade E a qualidade da maldade no seu estado elevado A bondade é para fracos como tu A realidade dos factos a olho nu são humanos aos pedaços. Buracos no solo dum mundo cru E putos a serem mortos só pela inveja dum São beefs que não são beefs de dreads de cu tremido Onde eu não oiço os nomes eu não vejo o sentido E é claro que também não digo, isto é letra, não é lista Sobre isso, se abrisse o bico, nunca mais daqui saia [Refrão] [Mass] Não julgues um vilão pela capa, um carocho pela papa Um digra pela faca que já tem hora marcada Eu cresci onde havia nada, uma geração estagnada À espera que o sol brilhasse p'a todos Mas não há milho p'a pombos que vivem de encosto Ver que no seio da loucura há muitos loucos - tudo podre Venderam-se como porcos e culpam a inocência Mas andam com olhos no chão com o peso da consciência Valeu a pena? Eles passaram-te a perna, sem pena Foi job vê-lo a morrer à fome Cicerone de um microfone que nunca escolheu o dono Com a vergonha ao colo de se sentar nesse trono Eu sou donde existia um modus operandi para lidar com esses Dandy's Pelo na venta como um Amish Aqui um vilão é feliz, a sentir-se ambientado com amigos mega junkies [Nero] Existe um vilão em toda a parte, ganância, corrupção em toda a parte E dedos apontados p'a te pôr aparte Segredo 'tá escondido como a mão de Bonaparte Desde a margem do Tejo até à margem do Sado De volta ao boom-bap raw, enquanto tu bebes grog Sei que sentes que essa merda lá no fundo, mete dó Beef tá na moda? ORTEUM fecha um pipe, tchilla Aqui o calibre é 69, não venhas com 9 Millas Vens dar p'a herói? Wack da cabeça aos pés Só p'a bytar o Blasph, lanço o teu Cd para o Tejo Porque o teu melhor MC ao pé de nós, no mic, é zero E se eu baico, ele byta o Nero. Trás de volta o "Valter-Cego" E p'ra ti irmão, só temo pelas companhias, Há certas energias que não são memo compatíveis O Homem semeia a paz, mas no escuro compra mísseis Tens de matar o vilão p'a então passares p'a outros níveis [Refrão] Info & Bookings: [email protected] ORTEUM: Facebook: Orteum Instagram: orteum_ Twitter: ORTEUM1