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Nesta entrevista concedida à Rádio Jovem Pan, eu explico de forma direta, técnica e completamente sem romantização o que realmente é a alienação parental e por que ela se tornou um dos maiores responsáveis pela ruptura da relação entre pais e filhos no Brasil. A alienação não começa com um escândalo. Ela começa com detalhes. Pequenas interferências. Cancelamentos. Narrativas que não existiam antes. Uma criança que muda de comportamento da noite para o dia. Um pai que perde espaço emocional sem sequer compreender o que está acontecendo. Muita gente trata alienação parental como um problema moral, emocional ou comportamental. Mas, na prática, alienação é uma engenharia de afastamento. Um conjunto de ações progressivas que implantam na cabeça da criança rejeição, medo, desconforto e desconfiança direcionada. Nada disso é natural. Nada disso é espontâneo. Toda alienação parental tem um autor. E o ponto central é simples: quando a interferência na relação pai–filho é repetida e consistente, a convivência começa a desmoronar. E quando a convivência desmorona, o vínculo quebra. Essa é a lógica real. Essa é a dinâmica que destrói famílias em silêncio. Durante a entrevista, eu explico o que o público raramente entende: alienação parental não é “um conflito”. É um processo. E por ser um processo, ele tem fases, intensidade, progressão e sinais muito claros. Primeiro vem o bloqueio da comunicação. Depois vem a desqualificação moral. Depois, a criação de medo. Depois, a rejeição racionalizada pela criança. Quando chega nessa etapa, a ruptura já está instalada. É exatamente por isso que tantos pais procuram ajuda quando já perderam quase tudo: convivência, poder de decisão e, em muitos casos, até a presença no cotidiano da criança. E é aqui que entra o ponto que faço questão de enfatizar: alienação parental não melhora sozinha. Não resolve “com tempo”. Não desaparece pelo cansaço do agressor. Ela só para quando é interrompida. Por isso, no escritório, toda estratégia contra alienação parental segue um método claro e organizado. Não adianta improviso. Não adianta agir por indignação. E, principalmente, não adianta mover o processo errado na hora errada. O Método Paternidade Blindada funciona porque parte da realidade: regulação firme da guarda, plano de convivência sem brechas e ações técnicas que desmontam a interferência de forma jurídica e emocionalmente segura. Outro ponto que explico na entrevista é a confusão da opinião pública: muita gente acha que alienação parental é “vitimismo do pai”. Não é. Basta observar decisões judiciais recentes no Brasil inteiro: quando há alienação comprovada, o Judiciário intervém, porque a alienação parental não destrói apenas a figura do pai — destrói a própria formação emocional da criança. E a criança é o centro. O processo gira em torno dela, não dos adultos. Se você está enfrentando afastamento injusto, comportamento estranho da criança, manipulação de rotina, acusações sem sentido, denúncias criadas para intimidar ou qualquer tentativa de romper sua paternidade, não espere. Cada semana perdida acelera a ruptura. Cada recuo involuntário enfraquece a narrativa. Alienação exige estratégia e precisão. Para análise do seu caso com objetividade: WhatsApp para atendimento: https://wa.link/a7fmui Conteúdo informativo. Cada situação exige análise técnica individual.