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Carnaval, sátira e política: foliões brasileiros ironizam o atual presidente dos EUA, Donald Trump O Carnaval brasileiro sempre foi um espaço de liberdade criativa, humor e crítica social. Em 2026, parte dos foliões levou para as ruas referências satíricas ao atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, transformando debates internacionais em fantasia, marchinha e alegoria. Não houve, até o momento, um desfile oficial do Grupo Especial do Rio inteiramente dedicado a ele, mas manifestações pontuais ganharam visibilidade em blocos de rua e eventos independentes. Em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, surgiram fantasias caricatas com perucas loiras exageradas, ternos estilizados e faixas com frases adaptadas em tom carnavalesco. Slogans conhecidos foram convertidos em trocadilhos festivos, misturando referências políticas com o espírito da folia. O resultado foi uma combinação de sátira e teatralidade — marca registrada do Carnaval brasileiro. Alguns blocos utilizaram bonecos infláveis e estandartes que retratavam Trump como personagem alegórico, associado a temas como tarifas comerciais, diplomacia e disputas internacionais. A crítica apareceu principalmente na forma de ironia e paródia, elementos tradicionais da festa. Em vez de discursos formais, prevaleceram metáforas visuais e humor popular. As redes sociais ampliaram rapidamente o alcance dessas manifestações. Fotos e vídeos circularam com comentários diversos — apoio, críticas e debates sobre a presença de política internacional na folia. Para muitos foliões, o Carnaval é justamente o momento em que figuras públicas, inclusive líderes estrangeiros em exercício, podem ser representadas de forma simbólica e irreverente. Para outros, a festa deveria manter distância de temas políticos globais. Historicamente, o Carnaval já abordou questões políticas nacionais e internacionais por meio de alegorias e enredos críticos. A diferença atual está na velocidade da repercussão. Uma fantasia criada em um bloco local pode ganhar dimensão internacional em poucas horas, especialmente quando envolve o presidente em exercício de uma potência global. Importante destacar que essas manifestações não representam posicionamento oficial das grandes escolas de samba, mas expressões individuais ou de coletivos culturais. O tom predominante foi humorístico, não institucional. A figura de Donald Trump apareceu como personagem carnavalesco, inserida no contexto de sátira cultural, não como pauta diplomática formal. No fim, o episódio demonstra como o Carnaval brasileiro continua sendo um espaço de expressão plural. Entre confetes e tambores, temas globais entram na avenida e se transformam em linguagem popular. Independentemente de opiniões políticas, a tradição da folia mantém viva a prática de converter acontecimentos do mundo em espetáculo simbólico — onde até o atual presidente dos Estados Unidos pode virar personagem de samba. Para conhecer a atividade profissional do apresentador acesse o site: https://hubner3000.wixsite.com/consul... Seja membro deste canal e ganhe benefícios: / @odizimista