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Em um universo onde tudo pode ser construído, a única coisa que não se pode criar é uma alma companheira. Esta música explora o peso psicológico de Steve: o único ser consciente em um mundo infinito de blocos. Como lidar com dias repetitivos onde a sua única interação é com o silêncio ou com monstros que desejam o seu fim? Se você gostou dessa visão mais sombria da lore de sobrevivência, inscreva-se para mais músicas sobre personagens e jogos. LETRA: Acordo no mesmo quadrado de luz Onde o sol nasce reto e o silêncio conduz Minhas mãos calejadas de tanto pegar pedras e madeira Num ciclo de dias sem uma fronteira O horizonte é vasto, uma tela sem fim Mas não há ninguém vivo aqui, além de mim. Ergo castelos para reis inexistentes Muro cidades de ruas ausentes Cavo o abismo em busca do brilho Mas me perco no rastro do meu próprio trilho O ferro é frio, o ouro é um erro Toda essa terra é o meu próprio enterro. Mundo infinito, vácuo sem cor Construindo a ruína do meu próprio valor Um deus solitário de um reino de pó Onde a eternidade me deixa mais só Bloco por bloco, o peso do nada Nessa existência sempre quadrada. A noite chega com o estalo do osso O único som nesse mundo de poço Eles querem meu sangue, a única vida Nessa terra de mortos, de alma ferida O "chiado" no escuro, o medo no olhar A morte é a única que vem me visitar. Para quem eu decoro essa sala de jantar? Para quem eu cultivo o que não vou provar? Sou um erro de código, um rastro consciente Num paraíso estático e indiferente Cavo mais fundo, fugindo do céu Abaixo da rocha, rasgando o véu. Mundo infinito, vácuo sem cor Construindo a ruína do meu próprio valor Um deus solitário de um reino de pó Onde a eternidade me deixa mais só Bloco por bloco, o peso do nada Nessa existência sempre quadrada. Fome... Repetição... O sol vai subir... E eu estarei... Novamente sozinho.