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Lançando seu aguardado novo trabalho, o cantor Filipe Catto apresentou no Estúdio Showlivre seu álbum Tomada, ao vivo, dia 6 de outubro de 2015. #Curta a nossa página no Facebook: / showlivre #Siga-nos no Twitter: / showlivre #Veja e curta as nossas fotos no Instagram: / showlivre +Showlivre, movido à música: http://showlivre.com/ Setlist: ___________ APRESENTAÇÃO 1. PARTIU 2. ADORADOR 3. AURIFLAMA ___________ ENTREVISTA 4. ADORAÇÃO 5. CANÇÃO E SILÊNCIO 6. DIAS E NOITES ___________ CHAMADA SHOWLIVRE 7. DEPOIS DE AMANHÃ 8. UM MILHÃO DE NOVAS PALAVRAS 9. IRIS E ARCO _____________PERGUNTAS DOS FÃS 10. PRA VOCÊ ME OUVIR Perfil: Segundo álbum de Filipe Catto, Tomada começa a esboçar suas intenções logo no título. Em vez de pensar no plugue de três pinos, pense no verbo tomar. Pense num artista de 27 anos em busca de sua essência, dos sons e temas que o aproximaram da música lá nos primórdios, de um repertório autoral, ainda que nem todas as faixas sejam assinadas por ele próprio (mas que outro ser humano entregaria interpretações mais adequadas?) Contemplado pelo edital Natural Musical 2014 e lançado pela Agência de Música, Filipe partiu para o sucessor de Fôlego (Universal, 2011), álbum precedido pelo EP independente Saga (2009) e pelo CD e DVD ao vivo Entre Cabelos, Olhos e Furacões (Universal, 2013), ciente da expectativa criada em torno de si. Os hits “Saga”, “Adoração” e “Flor da Idade” introduziram no cenário da música popular brasileira um guri de voz singular, capaz de transitar por vários gêneros e sentimentos e arrebatar plateias aqui ou em qualquer lugar. A pergunta era a mais clássica de todas: após um início tão promissor, por qual caminho seguir no segundo disco? O produtor carioca Kassin não titubeou: o foco deveria ser nas canções. Sem aproveitar sobras ou qualquer ideia de trabalhos anteriores, Filipe começou a confeccionar o repertório com essa meta de excelência em mente. E também muito interessado em se conectar com artistas que contribuíram para sua formação musical, de PJ Harvey a Cássia Eller, de Radiohead a Jeff Buckley. No entanto, nenhuma dessas referências é tão perceptível nas soluções musicais de Tomada. O vínculo entre Filipe e seus ídolos está mais na intenção de tocar em feridas, de não evitar assuntos espinhosos, de não fugir da emoção. O resultado é um álbum que depura o que já impressionava em Fôlego. Há uma coesão no repertório, algo que passa necessariamente pelo esmero da estrelada banda base reunida para a gravação, com Pedro Sá na guitarra, Domenico Lancellotti na bateria, Danilo Andrade nos teclados e o próprio produtor Kassin no baixo. Filipe rumou para o Studio Marini, no Rio de Janeiro, com 16 candidatas a um lugar no álbum e foi registrando as que funcionavam mais, até chegar nas 11 faixas da seleção redondinha de Tomada. Já a direção de arte do CD, mais uma vez, é assinada por Filipe (sua reputação nessa seara também está grande – confira quem assinou o projeto gráfico de Rainha dos Raios, de Alice Caymmi e de Euforia, de Pélico). Na capa, uma foto de Gal Oppido diz tudo o que Tomada é: essencial.