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Letra Medley MPB 2.0 Lisboa Eu vejo tua cara e teu querer perverso A gente fica bem aqui no chão da sala Eu te queria a vida toda, te confesso Por mim, a gente nem precisa mais da estrada Eu vejo você longe, quero você perto Fica na minha sombra, eu posso ser teu rastro Não quero tu na linha, Vivo, morto ou Claro Eu quero tu na minha boca E a minha boca quer você Quer você Diga pra mim que é real Que eu te prometo meu melhor Fala pra mim o que eu quero ouvir Que tu sentiu o que eu senti Eu vejo tua cara, o teu querer perverso A gente fica bem aqui no chão da sala Eu te queria a vida toda, te confesso Por mim, a gente nem precisa mais da estrada Eu vejo você longe, quero você perto Fica na minha sombra, eu posso ser teu rastro Não quero tu na linha, Vivo, morto ou Claro Eu quero tu na minha boca E a minha boca quer você Quer você Poema Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento, a tempo Eu acordei com medo e procurei no escuro alguém com seu carinho E lembrei de um tempo Porque o passado me traz uma lembrança Do tempo que eu era criança E o medo era motivo de choro Desculpa pra um abraço ou um consolo Hoje eu acordei com medo, mas não chorei Nem reclamei abrigo Do escuro, eu via um infinito sem presente Passado ou futuro Senti um abraço forte, já não era medo Era uma coisa sua que ficou em mim De repente, a gente vê que perdeu Ou está perdendo alguma coisa Morna e ingênua Que vai ficando no caminho Que é escuro e frio, mas também bonito Porque é iluminado Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás Resposta Bem mais que o tempo que nós perdemos Ficou pra trás também o que nos juntou Ainda lembro que eu estava lendo Só pra saber o que você achou dos versos que eu fiz E ainda espero resposta Desfaz o vento o que há por dentro Desse lugar que ninguém mais pisou Você está vendo o que está acontecendo? Nesse caderno sei que ainda estão Os versos seus Tão meus, que peço Nos versos meus Tão seus, que esperem que os aceite Em paz, eu digo que eu sou O antigo do que vai adiante Sem mais, eu fico onde estou Prefiro continuar distante Bem mais que o tempo que nós perdemos Ficou pra trás também o que nos juntou Ainda lembro que eu estava lendo Só pra saber o que você achou Dos versos seus Tão meus, que peço Nos versos meus Tão seus, que esperem que os aceite Em paz, eu digo que eu sou O antigo do que vai adiante Sem mais, eu fico onde estou Prefiro continuar distante Em paz, eu digo que eu sou O antigo do que vai adiante Sem mais, eu fico onde estou Prefiro continuar distante