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⚖️🚨 2026 STF ACABOU COM A IDADE MÍNIMA NA APOSENTADORIA ESPECIAL? 🔥👩⚖️ 00:00 Aposentadoria especial em 2026: o que está sendo discutido no STF 00:40 O maior erro: esperar “decisão milagrosa” do STF e perder dinheiro 01:00 Direito adquirido antes de 13/11/2019: quando dá para pedir agora 01:50 Exposição a agentes nocivos e periculosidade: exemplos práticos (chumbo, mercúrio, eletricista, minas) 02:55 ADI 639 no STF: por que a idade mínima virou o foco do debate 03:50 Ponto 1 atacado na ADI 639: queda da idade mínima (60 homem / 55 mulher) 04:40 Ponto 2 atacado: cálculo do benefício (regra antiga x regra pós-2019) 05:55 Ponto 3 atacado: conversão de tempo especial em comum após 13/11/2019 07:10 Bastidores de 2026: divisão no STF e pressão por “sustentabilidade fiscal” 08:35 Por que esperar pode ser “suicídio financeiro”: risco de perder meses de benefício 09:20 Se o STF decidir depois: diferença entre pedir agora e revisar no futuro 10:20 Estratégia 1: como identificar direito adquirido na prática (datas e requisitos) 11:35 Estratégia 2: regra de transição por pontos em 2026 (idade + tempo + conversão) 12:20 Conversão e multiplicadores: como o tempo especial “pesa mais” na pontuação 13:05 Estratégia 3: PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) e erros que derrubam pedidos 14:10 Ruído, limites e transição: detalhes que mudam o resultado no INSS 14:55 LTCAT, provas e correções: como “consertar” o que a empresa registrou errado 15:00 Quando o INSS nega: caminho administrativo e judicial para reconhecer atividade especial 15:30 Provas fora do PPP: perícia, testemunhas, ações trabalhistas e empresa fechada 16:05 Fechamento: decisão no STF ajuda, mas estratégia e prova vencem o “não” do INSS 17:05 Atrasados e retroativos: possibilidade de receber até 5 anos (conforme o caso) 18:00 Checklist final: documentos, datas, PPPs e próximos passos para 2026 Em 2026, muita gente está se perguntando se o STF realmente pode derrubar a idade mínima da aposentadoria especial. Neste vídeo, eu explico o que está em jogo na *ADI 639**, por que você não deve basear sua vida em “boatos de decisão”, e quais são os **caminhos práticos* para buscar o benefício com mais segurança — especialmente se você trabalhou exposto a **insalubridade, periculosidade ou agentes nocivos**. O ponto central é simples: **tempo perdido vira dinheiro perdido**. Quem já tem condições de pedir o benefício (ou de construir uma estratégia sólida de prova) costuma ganhar muito mais do que quem fica apenas esperando o julgamento terminar. ✅ O que você vai entender aqui (de forma direta e organizada): ⚖️ *ADI 639 no STF (2026):* o que ela questiona e por que isso impacta a aposentadoria especial 🚫 *Idade mínima (60/55):* por que ela é contestada e o que pode mudar 💰 *Cálculo do benefício:* diferença entre regras antigas e regras pós-Reforma de 2019 🔁 *Conversão do tempo especial em comum:* o que foi limitado em 13/11/2019 e o que se discute 🧾 *PPP e LTCAT:* como documentos mal preenchidos derrubam pedidos no INSS 🧠 *3 estratégias para 2026:* direito adquirido, transição por pontos e fortalecimento de prova 📌 Perguntas comuns (e respostas objetivas) para você salvar: *“Se eu já trabalhava antes de 13/11/2019, posso ter direito adquirido?”* Em muitos casos, sim. Se você **cumpriu os requisitos antes da mudança**, a regra nova não pode “voltar no tempo” para piorar sua situação. O detalhe é que isso depende de **datas, contagem correta e prova do tempo especial**. *“Vale a pena esperar o STF acabar o julgamento?”* Esperar sem estratégia costuma ser ruim. Se você já tem base para pedir, pode ser melhor *protocolar e começar a receber* (ou discutir o reconhecimento do especial), porque uma eventual decisão futura pode abrir espaço para **revisões**, enquanto o tempo que você não recebe agora não volta automaticamente. *“O que exatamente pode mudar na aposentadoria especial se o STF der ganho?”* O debate envolve três frentes: *idade mínima**, **forma de cálculo do benefício* e **conversão do tempo especial em comum**. Cada uma mexe diretamente no seu bolso — seja no momento de conseguir se aposentar, seja no valor mensal. *“Meu PPP tem erro. Perdi o direito?”* Não necessariamente. PPP incompleto, genérico ou com informação incorreta é um dos motivos mais frequentes de negativa. O caminho correto é *revisar o PPP**, buscar correção, reforçar prova técnica (como **LTCAT**) e, quando necessário, usar **outras provas* que o Judiciário pode aceitar. *“Trabalhei com ruído/risco/elétrico/agentes químicos. Isso conta como especial?”* Pode contar, mas precisa ser **bem demonstrado**: habitualidade, permanência, descrição adequada, enquadramento técnico e documentação consistente. É aqui que a estratégia faz diferença. Todos os roteiros dos nossos vídeos passam por revisão dos nossos advogados, para garantir clareza, responsabilidade e alinhamento com a legislação e o entendimento dos tribunais.