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Sesc Dom Pedro II - São Paulo Brasil 02.09.2017 - Dubversão encontra Aghata Saan ====================================================== ▪LADY MARGA MC🎶PEOPLE DEM ▪PRODUCED BY JOE ARIWA AND MAD PROFESSOR, ▪ARIWA RECORDS/MARGAISH RECORDS .. @dubversao_sound_system / @aghatasaan / @ladymargamc / @ariwastudios/ @ariwamad / @joeariwa /#LadyMarga / #AriwaSounds / #Dubversão / @sescpqdompedro /@sescsp / @sescbrasil Desde 2001, o Dubversão Sistema de Som pratica sua intensa pesquisa sobre a cultura dos Sound System de reggae. Nos controles do vasto acervo de reggae, dub, dubplates e produções próprias, Yellow P e Jimmy the Dancer são o filtro grave que faz clubes e principalmente ruas de São Paulo e arredores tremerem, um tremer denso e puro emitido pelas caixas cuidadosamente manipuladas e desenvolvidas pelo Dubversão Sistema de Som. Aghata Saan é cantora, Mc, Seletora e sonoplasta do extremo sul de São Paulo. Iniciou sua carreira aos 14 anos quando tocava violão e cantava em bares de São Paulo, na mesma época em que tocava teclado e cantava na banda de reggae D. Roots. Ao decorrer do tempo teve contato com a cena Sound System, com o forte som ancestral cheio de efeitos psicodélicos, linhas de baixo hipnotizantes e pela cultura underground que transmite mensagens militantes e de paz através de sua história, contadas e cantadas por cantores, Mcs e toaster. Identificando-se com essa cultura, unindo-a a música brasileira e com sede de inovação e novidades, Aghata começa a compor e cantar em cima de bases e riddins instrumentais de músicas jamaicanas de reggae, dub, roots e digital e dos sons mais futuristas e modernos vindos de UK, como o Jungle, Steppa e Dubstep. Surge então sua identidade musical, onde une a sua voz suave aos elementos urbanos e modernos do bass music com raízes no reggae. As melodias encontram rimas e os estilos se mesclam, uma forma de cantar que mistura rub a dub com a música popular brasileira, suas letras, tem uma forte mensagem de paz, elevação espiritual, crítica social e exaltação do amor em bases futuristas e dançantes. Em 2016 lançou seu primeiro EP "Miragem" pela gravadora Subvertentes Rec de São Paulo, teve o single "Real Problema" lançado no álbum "A dança transcendental e a mandala da vida" do Radiola Dub, de Araraquara, e o Dubplate "União e ideia firme" para o selo Feminine HI FI. Se apresentou em algumas edições da Feminine HI FI (primeiro Sound System realizado somente por mulheres na cidade de São Paulo), na Rise up com High Public, Wicked Digital (SP) e Mack Banton (UK), Dubstep na Rua com Abduzidub(SP), Denso (DF) e Flx (Campi), em duas edições da festa Subvertentes (SP/ Campi), no Sesc Araraquara com radiola Dub, Festival Katayy (SP), Tawai Festival (SC), Festival alimenta Sampa, Batata in Dub com Smoke Dub (SP) e participou do campeonato Round House colective (RJ/UK), do qual saiu ganhadora e embarcou para a segunda fase em Londres, onde se apresentou no Roundhouse (Camden Town), Mde in Brasil (Camden Town) e Just Vibez (Brixton) Recentemente gravou o seu primeiro VideoClipe "Salve pra Salvar" pelo selo Subvertentes rec e produção de Abduzidub. Nesse momento esta em estúdio, gravando seu primeiro album, que será lançado em breve pela gravadora Subvertetens Rec. onde de uma forma mais madura e solida continuam as suas investigações musicais focando na mistura do bass com música brasileira. Amante das pick-ups Aghata faz sets com seu acervo em vinil e digital que passeia por brasilidades, funk, soul, reggae, deep roots, digital, steppas, bass music entre outras vertentes. Como Sonoplasta operou o som das peça "Te amo, Franco Roo!", Direção de Fernando Neves em duas temporadas, uma no Teatro Satyros e outra no Teatro de arena e fez a trilha sonora e a executou na peça "Ceia", Direção de João Felix no teatro Ruth Escobar. Fonte: Sesc SP