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Para James Mill, a associação era uma simples combinação de elementos que, depois de combinados, permaneciam inalterados. Já para seu filho, John Stuart Mill, o conjunto não é uma soma dos elementos que o compõem, mas um produto gerado a partir deles. As propriedades do conjunto são diferentes das propriedades dos seus elementos. Para Stuart Mill, a mente humana gera expectativas, concebe sensações possíveis após ter sensações reais. A crença num mundo exterior não diz apenas respeito às sensações presentes, mas também às possibilidades de sensação. As sensações presentes são passageiras, por isso menos importantes do que as possibilidades de sensação, que são permanentes. As possibilidades de sensação não se apresentam isoladas, mas em grupo. É assim como se comporta a crença sobre os objetos. A materialidade das coisas é colocada em questão, por Stuart Mill. A objetividade do mundo não vem da substancialidade material. São as possibilidades permanentes (por terem sido confirmadas pelas experiências) de sensações que fazem a materialidade. Para compor a crença nos objetos, as sensações se associam entre si por semelhança, contiguidade, frequência e inseparabilidade. O que chamamos de matéria é o resultado de uma associação inseparável de sensações, que formam uma série de expectativas de sensações. O espírito, o eu, da mesma forma, não é uma substância, mas uma sucessão de sentimentos ou percepções das sensações, e uma possibilidade permanente de estados de consciência. O objeto é um complexo associativo de sensações presentes e, sobretudo, de possibilidades de associações. Daí dizer que a representação-objeto é um complexo aberto. Já o complexo associativo que forma as representações-palavra é fechado