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Mesmo com alterações após críticas da Polícia Federal, o promotor Lincoln Gakiya alerta que o projeto de lei antifacção ainda fere princípios constitucionais e pode enfraquecer o combate ao crime organizado. Em entrevista ao Ponto de Vista, com Marcela Rahal e o colunista de VEJA Robson Bonin, o promotor explica que o texto relatado por Guilherme Derrite “condiciona indevidamente” a atuação da Polícia Federal e limita o poder investigatório do Ministério Público, contrariando o artigo 144 da Constituição Federal. “Condicionar a atuação da Polícia Federal é inconstitucional”, afirma Gakiya. “O Ministério Público tem poder investigatório próprio, reconhecido pelo STF.” Gakiya lembra que operações como Carbono Oculto, Fim de Linha e Cracolândia só foram possíveis graças à integração e autonomia das instituições — algo que o atual texto, segundo ele, ameaça. 🎙️ Assista à análise completa e entenda por que o promotor considera o debate sobre o projeto antifacção politizado e perigoso. 📌 Participe da discussão: ➡️ Inscreva-se no canal 👍 Curta o vídeo 💬 Comente: a Polícia Federal deve ter autonomia total nas investigações? #lincolngakiya, #leiantifacção, #guilhermederrite, #policiafederal, #ministeriopublico, #inconstitucionalidade, #crimeorganizado, #segurançapublica, #pontodevista, #veja, #robsbonin, #marcelarahal, #politicabrasileira, #noticiasdehoje, #combateaocrime ————————————————————————— Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/ SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS: Instagram: / vejamais Facebook: / veja Twitter: / veja Telegram: http://t.me/vejaoficial Linkedin: / veja-com TikTok: / revista_veja