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O método START (Simple Triage and Rapid Treatment ou Triagem Simples e Tratamento Rápido) é uma ferramenta essencial em acidentes com múltiplas vítimas e desastres, projetada para ser simples, rápida e objetiva. Os pontos mais importantes sobre o funcionamento e a lógica deste método são: 1. O Princípio Ético Fundamental Diferente de um atendimento individual, onde se faz tudo por uma pessoa, no método START o objetivo é salvar o maior número possível de vidas com os recursos disponíveis no momento. Por isso, a triagem prioriza vítimas com chances reais de sobrevivência em vez daquelas em estado irreversível. 2. A Classificação por Cores As vítimas são divididas em quatro categorias, identificadas visualmente por cores ou cartões: • Verde (Prioridade 3 - Leve): Vítimas que conseguem andar. São as primeiras a serem separadas da cena para não atrapalhar o socorro. • Amarelo (Prioridade 2 - Urgente): Vítimas com ferimentos graves, mas que estão estáveis e podem aguardar um pouco pelo transporte. • Vermelho (Prioridade 1 - Emergência): Vítimas em estado crítico, com risco de morte imediata, mas que têm chance de sobreviver se atendidas e transportadas rapidamente. • Preto ou Cinza (Prioridade 4 - Óbito/Expectante): Vítimas mortas ou com lesões claramente incompatíveis com a vida. Atualmente o uso de categoria cinza é mais comum. • • 3. Como a Avaliação é Feita A avaliação de cada vítima é extremamente rápida, durando de 30 a 60 segundos. Os socorristas seguem três critérios básicos: 1. Respiração: Se a pessoa não respira, as vias aéreas são abertas; se não volta a respirar, é classificada como preta. Se respira muito rápido (mais de 30 vezes por minuto), é vermelha. 2. Circulação (Perfusão): Verifica-se o pulso ou o tempo de enchimento capilar (pressionando a unha). Se a circulação estiver lenta ou o pulso radial ausente, a vítima é vermelha. 3. Nível de Consciência: Se a vítima não consegue seguir ordens simples (como "aperte minha mão"), ela é vermelha. Se segue ordens, é amarela. 4. O que pode ser feito durante a triagem Durante esse processo, não se faz diagnóstico médico. Apenas duas intervenções rápidas são permitidas para evitar mortes imediatas: • Abertura manual das vias aéreas (posicionar a cabeça para a pessoa respirar). • Controle de hemorragias externas graves (pressão direta no sangramento). 5. O Método é Dinâmico A classificação de uma vítima pode mudar. Alguém que foi classificado como amarelo pode piorar e tornar-se vermelho, exigindo reavaliação constante pelas equipes de saúde. O que as pessoas precisam compreender: Em um cenário de desastre, pode parecer chocante ver socorristas "pulando" vítimas que parecem muito graves (pretas) ou deixando feridos conscientes esperando (amarelos) enquanto levam outros primeiro (vermelhos). No entanto, essa organização é o que impede o colapso do sistema de saúde e garante que o máximo de pessoas retorne para suas casas. 6. limitações do método START no atendimento de crianças. As principais limitações do método START no atendimento pediátrico residem no fato de ele ter sido desenvolvido originalmente para adultos, não considerando as particularidades fisiológicas, anatômicas e psicológicas das crianças. As principais alternativas ao método START para o público pediátrico incluem o JumpStart, o Careflight, a Pediatric Triage Tape (PTT) e o método SALT. Fontes 1. LIMA, Ingridy Amanda Pereira de et al. Aplicação do método START para maiores índices de sobreviventes. In: CONGRESSO MULTIPROFISSIONAL EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DE PERNAMBUCO, 2., 2019, Cabo de Santo Agostinho. Anais... Recife: Even3, 2024. Disponível em: https://www.even3.com.br/anais/comuepe19/2.... Acesso em: 12 fev. 2026. 2. SIMÕES, Romeo Lages et al. Atendimento pré-hospitalar à múltiplas vítimas com trauma simulado. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, [S.l.], v. 39, n. 3, p. 230-238, 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/rcbc. 3. MELO, Clayton Lima; MACHADO, Bruno César Amorim; ALEXANDRE, Zélia Lopes. Características e limitações do método START no atendimento pré-hospitalar: revisão integrativa. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 8, n. 7, p. 2108-2115, jul. 2014. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revist.... 4. SILVA, Isla Hayssa Dourado et al. Eficiência e aplicação do método START no atendimento pré-hospitalar em situações de desastres. Revista Humanidades e Inovação, Palmas, v. 13, n. 1, 2026. 5. CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL. Manual de atendimento pré-hospitalar. Brasília: CBMDF, 2007. Disponível em: http://www.cbm.df.gov.br. 6. FREITAS, Emilly. Método START: triagem de múltiplas vítimas. [S.l.]: Scribd, 6 mar. 2018. Disponível em: https://www.scribd.com. 7. LEAL, Régis Vilela et al. Triagem de múltiplas vítimas com o método START. In: WORKSHOP DE BOAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO CURSO DE MEDICINA, 9., Várzea Grande. Anais... Várzea Grande: UNIVAG, [s.d.]