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ISABEL DE OLIVEIRA - O XAILE DE MINHA MÃE (Fado Menor - A. dos Reis) Guitarra: Fontes Rocha Violas: Pedro Leal e Joel Pina No final dos anos 80, tive a honra de ainda conhecer essa fadista ímpar com uma voz incomparável que foi Dona Isabel de Oliveira. Então já retirada, vivia com o esposo na avenida Cidade de Luanda, aos Olivais, onde eram vizinhos e amigos dos pais da minha companheira Helena Leonor Martinho dos Santos (1950-2017). Fruto dessa amizade, os meus sogros, Joaquim Ramos dos Santos e Olívia Martinho Serra dos Santos, possuíam uma boa colecção dos seus discos, que em determinado momento decidi gravar em cassettes audio. Muitos anos depois, passei essas gravações para um CD, o que em boa hora fiz, pois, após o falecimento dos meus sogros e da minha companheira, os discos extraviaram-se. Sobre Dona Isabel de Oliveira, não possuo infelizmente dados biográficos, e todas as pesquisas que tenho feito têm-se revelado infrutíferas. Lembro-me de no início dos anos 90 os meus sogros nos terem informado do seu falecimento, mas não retive a data. Também não consegui apurar a data e o número exactos da revista “Plateia” que em 1966 publicou uma notícia com este título significativo “Isabel de Oliveira triunfou na América e no Canadá”, e que rezava assim: “De uma bem organizada digressão artística pelos Estados Unidos e Canadá, regressou há pouco a Lisboa a castiça cantadeira Isabel de Oliveira que pouco depois voltou à “Adega Mesquita”, de cujo elenco faz parte há já bastante tempo e onde continua contratada. “Nesta sua primeira viagem além-fronteiras, Isabel de Oliveira, com Francisco José e acompanhada pelo guitarrista Santos Rocha, participou numa larga série de espectáculos que constituíram assinalado êxito. Esta artista portuguesa — uma das nossas melhores intérpretes do fado — recebeu diversos convites para tornar a actuar brevemente em algumas das localidades que visitou agora. A comprovar o triunfo de Isabel de Oliveira há a registar a extraordinária venda dos seus discos, em qualquer das casas de espectáculos onde se exibiu.” (Corrija-se o nome do guitarrista: o grande Fontes Rocha). Foi também na revista “Plateia” que, em 1969, Carlos Conde, no seu “Galarim da Semana”, publicou uma linda e acertiva homenagem a Isabel de Oliveira: “Não é de qualquer maneira / Que a fama se faz impor, / Mas Isabel de Oliveira / Não quer fama sem valor! // Dispensa de ir muito além / Pra ser, com justa razão, / Digna do nome que tem / E das palmas que lhe dão! // Já com rumo bem marcado / E entregue à mesma divisa, / Ela tem pra dar ao fado / Tudo o que o fado precisa.” Apesar de neste momento já se encontrarem no Youtube alguns videos com fados de Isabel de Oliveira, não deixa de ser tudo muito escasso, motivo que me levou a decidir proceder à presente publicação, que faço em memória de todos esses bons e saudosos amigos. Ângelo Santana Barreto Romeirão (Ericeira), 20 de Fevereiro de 2021. _________ É a seguinte a lista dos fados de Isabel de Oliveira que publico: Lisboa antiga || Lisboa Casta Princesa || Maria Severa || Ser mãe || Eu sei o que quero || Feliz prisão || Nada é eterno || Lenda fadista || Sonho || Fado é destino || Eu penso assim || O xaile de minha mãe || Carmencita || Fado pechincha || Adeus Mouraria || Ó minha mãe || Fado das horas || Queixas || Pintadinho || Cruz de guerra || À minha guitarra || Testemunho de amor || Eu nasci na Mouraria || Cabelo branco é saudade || Podes passar por mim || Meu filho || A mentir || Quadras soltas || Duas velas || Usava chapéu de coco || Quando eu passar por ti || Portugal é um príncipe europeu || Quando parto || Sentimento profundo || Assim seja || Espera indefinida || Zé Maria || Eu sempre espero || A mulher e o futebol || Meu marido é do Benfica || Desgarrada || Ele, ela e a lambreta || Isto é Lisboa || Cantigas de atirar || Contradição fadista || Duas Gerações || Menina do xaile || Cada vez estás pior || Santo António da Mouraria || Mouraria velhinha || Oração fadista || Sombra da viela || Ronda de Lisboa || Não é só subir ao estrado.