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Composição: Wanderson Santos Gênero: Sertanejo Universitário A lua se deitou mais cedo no horizonte Trouxe o frio que desce o monte Pra me avisar que a noite é solidão O cheiro do café coado na memória É o resto de uma antiga história Que ainda bate forte no meu coração. Abri a porteira pra mente voar Fui buscar o brilho do teu olhar No rastro da estrela que riscou o céu O silêncio aqui é trilha sonora Da saudade que não vai embora E faz do meu abraço um grande carrossel. [Refrão] Eu sou o rio, você é a correnteza Sou o mistério, você é a certeza Daquele amor que o tempo não ousou tocar Vem me ver, que a porteira tá aberta Nessa estrada de alma deserta Eu sou o pouso onde você quer morar No lugar exato onde o vento vai descansar. Se o relógio parar, eu te espero No galope do que eu mais quero A vida é curta, mas o meu amor é imensidão... Sou terra seca esperando a chuva Sou a videira esperando a uva Sou o silêncio da sua canção. Caminhei por entre os ipês floridos Buscando sons quase esquecidos Da nossa voz ecoando no quintal A vida ensina que o tempo é sagrado Que o presente é o meu maior legado E ter você é o bem contra todo o mal. Sinto o orvalho molhar o meu sapato Ouvindo o grilo cantar no mato Dizendo que a noite ainda não acabou É o destino que tece esse laço Quero o calor desse teu abraço Pra me curar de onde a dor ficou. Eu sou o rio, você é a correnteza Sou o mistério, você é a certeza Daquele amor que o tempo não ousou tocar Vem me ver, que a porteira tá aberta Nessa estrada de alma deserta Eu sou o pouso onde você quer morar... Onde o vento mora. Se o relógio parar, eu te espero No galope do que eu mais quero A vida é curta, mas o meu amor é imensidão... Eu sou o rio, você é a correnteza Sou o mistério, você é a certeza Daquele amor que o tempo não ousou tocar Vem me ver, que a porteira tá aberta Nessa estrada de alma deserta Eu sou o pouso onde você quer morar... Onde o vento mora. Se o relógio parar, eu te espero No galope do que eu mais quero A vida é curta, mas o meu amor é imensidão... Sou terra seca esperando a chuva Sou a videira esperando a uva Sou o silêncio da sua canção.