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Altamiro Aquino Carrilho (Santo Antônio de Pádua-RJ, ✰21.12.1924 — Rio de Janeiro, ✞15.08.2012) é considerado, por críticos e especialistas, como um dos maiores flautistas da história da música brasileira, além de ser o que mais passou horas em estúdios de gravação, seja como solista ou como acompanhante, muito em função também da longevidade de sua atuação fonográfica, desde os anos 40 até a primeira década deste século. Em 1983, Altamiro Carrilho participou, junto com o pianista Luiz Eça, o conjunto de choro Galo Preto e da Banda do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, da gravação de um LP editado pela Funarte em tributo à obra do mítico flautista Patápio Silva (1880-1907). Como última faixa do lado A, temos Altamiro interpretando a peça característica "Oriental", originalmente composta para duo de flauta e piano. No entanto, numa incrível performance, Altamiro toca 6 flautas. Maurício Carrilho, seu sobrinho e autor do arranjo, explica em texto publicado no encarte do álbum: "(...) em 'Oriental' o Altamiro usou todas as flautas que ele tem (flauta C, flauta em G, flauta em Eb, Piccolo) e ainda inventou uma maneira de criar no estúdio o som da única flauta que lhe falta, a flauta baixo em C. Para isso o Chocolate (nosso técnico e companheiro de vinho) gravou uma flauta comum em 30 rpm. (a rotação que se usa normalmente é 15 rpm.) com o Altamiro tendo que tocar no dobro do andamento. Quando a fita é tocada em 15 rpm., o som da flauta soa oitava abaixo, na região onde soaria a flauta baixo. Essa solução não é para qualquer um, mas para o Altamiro não houve o menor problema." Viva Altamiro Carrilho!