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Omareá, aquele que resiste A coreografia foi premiada com o troféu de 5ª Melhor coreografia de entrada no JuvEnart 2019 🏆 Coreografia de Entrada Ano: 2019 Grupo: Grupo de Danças Juvenil do CTG Aldeia dos Anjos Direção geral, pesquisa e desenvolvimento: Marcelo Canella Coreógrafo: Marcelo Canella A coreografia de entrada “Omareá, aquele que resiste” nasce de uma pesquisa histórica sobre as origens guaraníticas da cidade de Gravataí, conhecida como Aldeia dos Anjos, e da figura mítica do índio-rei do sertão do Rio Grande — líder espiritual, profeta e símbolo de resistência indígena. A obra dialoga com estudos do pesquisador e folclorista Antônio Augusto Fagundes e com o projeto Gravataí Missioneira (2019), articulando memória histórica, espiritualidade e identidade territorial. Estruturada em três atos — A Aldeia, A Coroa e A Resistência —, a coreografia constrói uma narrativa corporal que contrapõe dois mundos: de um lado, o povo originário, integrado à natureza, espiritualizado e silencioso; de outro, a presença colonizadora representada pela coroa e pelos padres jesuítas, simbolizando a tentativa de dominação cultural e religiosa. Os elementos cênicos assumem papel central na dramaturgia do movimento. A escadaria-montanha representa o caminho espiritual e a força da resistência, enquanto os figurinos ampliam a leitura simbólica: os peões encarnam o poder da cruz e da imposição religiosa, e as prendas, em uma abordagem contemporânea e poética, representam os povos indígenas da Aldeia dos Anjos, através de gestos que evocam fé, força sobrenatural e conexão com a natureza. Mais do que recontar um episódio histórico, a coreografia afirma a dança como ato político e cultural. A Aldeia do Anjo dança a resistência, atravessando o tempo para refletir sobre pertencimento, identidade e a permanência dos povos originários na construção da história gaúcha.