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A corrida presidencial de 2026 começa a ganhar contornos mais definidos e aponta para uma disputa apertada. Pesquisa divulgada pelo Datafolha neste fim de semana mostra cenários de segundo turno com empate técnico envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e possíveis adversários. Em uma simulação contra o senador Flávio Bolsonaro, Lula aparece com 46% das intenções de voto, contra 43% do parlamentar. Em outro cenário, contra o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas, o presidente teria 45%, enquanto Tarcísio registraria 42%. Já em um confronto com o governador do Paraná, Ratinho Júnior, Lula aparece com 45% contra 41% do adversário. Em todos os cenários, a diferença está dentro da margem de erro, caracterizando empate técnico. A pesquisa também aponta níveis elevados de rejeição. Lula registra 46% de rejeição, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 45%, um indicador que reforça o grau de polarização política no país. Outro dado relevante é a avaliação do governo. Segundo o levantamento, 40% dos entrevistados classificam a gestão federal como ruim ou péssima, 32% como ótima ou boa e 26% como regular. O resultado representa um aumento da avaliação negativa em comparação com pesquisas anteriores. Analistas avaliam que o cenário eleitoral mudou nos últimos meses. O presidente havia registrado melhora de popularidade durante a crise comercial com os Estados Unidos, quando adotou um discurso de defesa da soberania nacional diante das tarifas anunciadas por Washington. Com o recuo das medidas tarifárias após decisões da Suprema Corte dos Estados Unidos, o tema perdeu espaço no debate público. Ao mesmo tempo, novos fatores passaram a pressionar o governo, como o escândalo envolvendo o Banco Master, investigações sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a repercussão política de episódios recentes no ambiente eleitoral. Outro desafio apontado por analistas é a dificuldade histórica do presidente em ampliar apoio entre eleitores evangélicos, um segmento que se consolidou como decisivo nas eleições brasileiras. Além disso, a ausência do ex-presidente Jair Bolsonaro no debate político direto altera a dinâmica da disputa. Sem a presença constante do ex-presidente no cenário público, parte da polarização que marcava o debate político recente perde intensidade, o que também influencia as estratégias eleitorais. Com inflação sob pressão e a alta internacional do petróleo, o cenário econômico também passa a ser um fator relevante na disputa. Em ano eleitoral, a combinação entre economia, investigações políticas e desgaste institucional tende a influenciar diretamente o humor do eleitorado. O resultado é um ambiente eleitoral aberto, competitivo e ainda repleto de incertezas para a disputa presidencial de outubro. #DIIAC #JornalGente