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MÚSICA ORIGINAL | NÃO FOI BRINCADEIRA Uma canção de protesto baseada no caso real do menino brasileiro de 9 anos que teve dois dedos amputados dentro da escola em Cinfães, Viseu — Portugal, após um episódio tratado pela instituição como “brincadeira”. Este tema denuncia o aumento da violência escolar, o bullying, a falta de proteção das crianças e o trauma causado pela negligência institucional. 🎧 ESTILO: Hip Hop / Portugal 📍 Baseado em factos reais (Novembro de 2024) 🔎 Assunto: Violência escolar, bullying, amputação, justiça, infância Em novembro de 2024, um menino brasileiro de 9 anos foi trancado na casa de banho da escola e ficou com dois dedos amputados quando colegas fecharam a porta com força. A escola inicialmente tratou o caso como "brincadeira". A criança precisou de cirurgia no Porto, toma medicação para dormir e recebe apoio psicológico. Um grupo de 27 advogados assumiu o caso para defender a família. 📌 LETRA (OFICIAL) Bullying não é brincadeira. Infância não é campo de guerra. Esta música não expõe a criança — ela dá voz à causa, à dor, à necessidade de justiça e proteção escolar em Portugal. Se esta história te tocou, partilha. Menino brasileiro amputado portugal criança perde dedos em escola portugal bullying portugal 2024 caso real violência escolar viseu cinfães hip hop consciente portugal rap denúncia injustiça portugal menino mutilado escola portugal advogados caso cinfães criança não foi brincadeira música música sobre bullying portugal criança brasileira atacada portugal Hoooo Portugal… Hoooo Portugal… O que é que aconteceu? Onde é que te perdeste? [VERSO 1] (voz rap, suave e triste) Um menino com nove anos, só queria estudar, Nova terra, nova escola, só queria integrar. Mas o pátio virou guerra, ninguém quis escutar, E as lágrimas que caíam ninguém foi enxugar. Puxões, empurrões, parecia diversão, Mas o riso dos outros virou agressão. Dizem que é normal, que é fase, que passa, Mas quem leva na pele sabe quando a alma se quebra e se amassa. A mãe gritava por socorro, ninguém quis ver, Se fosse teu filho, ias deixar acontecer? A porta fechou, e o silêncio gritou, Naquele corredor a infância dele parou. [PRÉ-REFRÃO — voz melódica] E a escola limpou o que não podia apagar, Sem testemunho, sem verdade pra contar. Portugal, quando foi que deixaste de cuidar? Se a criança perde a paz, quem é que vai ganhar? [REFRÃO — dramático e melódico] Hoooo Portugal… hooo Portugal… O que aconteceu? Onde te perdeste? Se a fé dos teus montes era luz pra vencer, Agora olha pra dentro, precisas aprender. Hoooo Portugal… Não te esqueças do lugar onde a vitória veio, Mas não te preocupas mais com criações, Que machucam crianças e tiram a paz… Bullying não é brincadeira, não. Não é brincadeira. Se fosse um dos teus… Também chamavas de brincadeira? [VERSO 2 — rap mais forte, batida sobe] Vinte e sete advogados, mães a rezar, Cidade inteira na rua a gritar. “Justiça! É uma criança, não um erro social!” Mas dizem que é só azar, “um acidente banal”. O trauma não se lava com pano no chão, Nem com frase ensaiada em reunião. O Estado falhou, a escola também, Educar não é só ensinar, é proteger alguém. Ele não dorme sem remédio, medo a latejar, Se fecha os olhos vê a porta a voltar. Mas ninguém vê o peso de tentar respirar Quando o mundo à volta diz pra ele se calar. [PONTE — voz emocional] E quem vai abraçar o menino que ficou? Quem lhe devolve o que o dia levou? Se a infância é terra santa, porque é que se pisou? Se é obrigação cuidar, porque é que se falhou? [REFRÃO — repetição mais intensa] Hoooo Portugal… hooo Portugal… O que aconteceu? Onde te perdeste? Se a fé dos teus montes era luz pra vencer, Agora olha pra dentro, precisas aprender. Bullying não é brincadeira, não. Não é brincadeira. Se fosse um dos teus… Também chamavas de brincadeira? [OUTRO — sussurrado, pianinho] Que ninguém diga "foi sem querer"... Quando um grito pede ajuda e ninguém quer ver. A infância não é campo de guerra, É chão sagrado, é ninho de viver. Portugal… Cuida dos teus. (fade out) #BullyingNãoÉBrincadeira #Portugal #Justiça #HipHopPortugal #HistóriaReal #MúsicaProtesto #CriançasPrimeiro #ContraAViolência