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O PIB brasileiro divulgado agora mostra crescimento de 2,3% no ano passado, atingindo R$ 12,7 trilhões, o maior nível da série histórica. Em termos absolutos, trata-se de um novo recorde. No entanto, ao fazermos um “raio-x” mais detalhado — abrindo os componentes como em um exame de sangue — a leitura se torna mais complexa. Na margem, isto é, na comparação entre o quarto e o terceiro trimestre, o crescimento foi de apenas 0,1%, caracterizando praticamente uma estagnação. Fica evidente a desaceleração da atividade no segundo semestre, refletindo a sensibilidade dos setores mais dependentes de crédito ao atual nível de juros. A construção civil recuou 2,3% no trimestre, transporte e logística caíram 1,4%, e a indústria de transformação — setor central para geração de valor — encolheu 0,6%. O comércio também apresentou queda de 0,3%. Ou seja, os segmentos mais afetados pelo encarecimento do crédito e pela Selic elevada mostram perda de dinamismo clara nas contas nacionais. Por outro lado, alguns setores tiveram desempenho robusto. As atividades extrativas seguem muito fortes, impulsionadas por petróleo e mineração. O Brasil já produz cerca de 3,7 milhões de barris por dia, consolidando-se como o maior produtor da América Latina. A agropecuária avançou 0,5% no trimestre. O setor de informação e comunicação cresceu 1,5%, e as atividades financeiras tiveram expansão expressiva de 3,3%, demonstrando a resiliência dos serviços modernos e do sistema financeiro. O dado mais preocupante do trimestre foi a formação bruta de capital fixo, que despencou 3,5% na comparação com o trimestre anterior. Trata-se do pior sinal do relatório, pois investimento é o componente que sustenta crescimento futuro. Importações caíram 0,8%, refletindo desaceleração interna e possivelmente efeitos de tarifas, enquanto as exportações cresceram 3,7%, contribuindo positivamente para o resultado. O consumo das famílias ficou praticamente estável (0%), após leve queda no trimestre anterior, e o gasto do governo cresceu 1%. texto completo aqui: https://www.paulogala.com.br/pib-em-d... Nossa Newsletter gratuita: https://paulogala.substack.com/p/a-gr... Curso EAD de Economia para Entender o Brasil: https://www.paulogala.com.br/curso-ea... Se você está conhecendo o canal agora... seja bem-vindo! Meu nome é Paulo Gala, sou graduado em Economia pela FEA-USP | Mestre e Doutor em Economia pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo | Foi pesquisador visitante nas Universidades de Cambridge UK e Columbia NY | Autor com +10,000 cópias de livros vendidas | Geriu carteiras de +R$ 3,000,000,000 | Professor na FGV/SP há 20 anos. Aqui nesses vídeos eu exploro a interseção entre economia, tecnologia e transformação digital. Escrevo regularmente no Substack sobre complexidade econômica e desenvolvimento produtivo. Neste canal, você vai encontrar: Análises econômicas transformadas em conteúdo visual Discussões sobre política industrial e desenvolvimento Insights sobre a economia da China e suas lições para o Brasil Reflexões sobre complexidade econômica e inovação 📝 Alguns artigos completos no Substack que você pode gostar: “Quem Te Disse Que Trabalho Duro Enriquece Países?” - https://paulogala.substack.com/p/quem... “O Neoliberalismo Matou o Brasil?” - https://paulogala.substack.com/p/o-ne... 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/46912450...