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Não existe jovem ou velho demais no mercado de trabalho Você já ouviu, no mundo corporativo, a expressão “pato novo voa baixo”? E aquela outra, “macaco velho não mete a mão em cumbuca”? Essas frases parecem inofensivas. Mas, na prática, carregam algo muito sério: etarismo. Uma rotula o jovem como imaturo. A outra rotula o profissional experiente como excessivamente cauteloso, o que muitas vezes é interpretado como rigidez ou inflexibilidade. E o problema não está na frase em si. O problema é quando ela vira critério de decisão dentro das empresas. Hoje, no Carreira no Topo, vamos falar sobre a distância entre o discurso e a prática quando o assunto é idade, experiência, resultado. O etarismo real — jovem ou maduro — existe, sim. No discurso corporativo, a diversidade etária é linda, e se está nos relatórios de ESG, nos códigos de ética, nos valores da empresa – muito mais lindo. Mas, dentro das quatro paredes, o que eu vejo é outra coisa: vejo jovens sendo descartados por “falta de experiência”, e vejo profissionais experientes sendo descartados por “excesso de idade”. O jovem vira uma promessa eterna. O experiente vira um risco. E ninguém ganha com isso. O etarismo moderno não é explícito. Ele vem disfarçado sob a justificativa de eficiência, custo, agilidade e modernidade. Um caso real: Angola no pós-guerra. Atuei como VP de RH e Comunicação em lá, logo após 30 anos de guerra civil. O país vivia um apagão brutal de mão de obra qualificada, especialmente nas engenharias. Em três anos, saímos de 1.300 para mais de 20 mil trabalhadores. Ali, não existia espaço para preconceito etário. Ou contratávamos todos os bons — ou o país não se reconstruía. Trouxemos recém-formados e profissionais experientes, muitos já aposentados. A idade nunca foi o critério. O jovem aprendia fazendo. O experiente ensinava, mas também aprendia com novas visões e, muitas vezes, com técnicas atualizadas de quem acabara de sair da universidade. Formamos uma cadeia viva de aprendizado: o mais velho com repertório, leitura de risco e visão sistêmica; o mais novo com energia, questionamento e novas lentes. Ali ficou claro para mim: experiência sem atualização vira passivo, juventude sem orientação vira desperdício. Hoje, o que eu vejo são recrutamentos rasos. Filtros que não entendem o negócio. Algoritmos que descartam décadas de aprendizado por causa da data de nascimento no RG. Vejo áreas de RH que dominam ferramentas, mas não conhecem a operação. E aviso: usar inteligência artificial sem inteligência humana vira uma bagunça ágil recheada de burrice processual. Sem conhecer o negócio, não existe contratação consciente. Contratar bem exige algo simples e raro: leitura real do comportamento humano dentro da organização. No meu livro Luz, Câmera e Gestão, trago casos reais de carreira, liderança, comunicação e cultura organizacional vividos por mim ao longo da trajetória executiva. Meu dilema sempre foi transformar teoria bonita em resultado real. E deixo aqui uma convicção muito clara: contratação consciente só acontece quando o RH conhece profundamente o negócio, quando a liderança entende o raio-X comportamental da organização e quando se sabe exatamente onde cabe o “pato novo” — e onde o “macaco velho não mete a mão em cumbuca”. Porque maturidade organizacional não é escolher idade. É saber quando, onde e como cada geração gera mais valor. É nesse ponto que o discurso vira prática. E é aí que a carreira, de verdade, vai para o topo. Conselhos práticos para uma contratação sem etarismo e consciente. Se você quer contratar sem etarismo, anote isso: 1. Pare de delegar decisões críticas a filtros rasos ou a quem não conhece o negócio. Triagem é decisão estratégica. 2. Nunca contrate só pelo que a pessoa já sabe, contrate pelo que ela é capaz de aprender e ensinar. 3. Identifique os gaps no momento da admissão, não depois do erro. 4. Misture gerações de forma intencional, como arquitetura de desempenho. 5. Use tecnologia para ampliar o olhar humano, não para substituir o pensamento crítico. 6. Lembre-se: jovens precisam de pedagogia da presença; experientes precisam de propósito e atualização. Quando a empresa entende isso, o etarismo cai. O desempenho sobe. E o ESG deixa de ser bonito no relatório para ser forte na prática. Capítulos 00:00 Não existe jovem ou velho demais no mercado de trabalho 01:38 O etarismo real existe dentro das empresas 02:45 Exemplo de Angola: cadeia viva de aprendizado 05:21 O erro atual é das empresas, no recrutamento 06:37 Contratação consciente aloca o “novo” e o “velho” 07:20 Conselhos práticos para contratar sem etarismo 08:44 Prime by Carreira no Topo 🔗Links: Plataforma: https://cursos.planos.academy/primeby... Instagram: / genesiocouto Linkedin: / gen%c3%a9sio-lemos-couto-205b5bb Produção: / cdcestudioeprodutora Contato: oi@cdcestudioeprodutora.com.br