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“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Romanos 8.1) Há momentos em que a dor não apenas fere o coração, mas obscurece a identidade. O sofrimento prolongado pode levar o crente a não se reconhecer mais como quem está em Cristo, mas apenas como alguém definido pela perda. A Escritura trata esse estado não como simples fraqueza emocional, mas como um deslocamento teológico do centro da identidade. A Bíblia ensina que a identidade do crente não nasce das circunstâncias, mas da união soberana com Cristo. “Fostes sepultados com ele no batismo, e nele também ressuscitastes.” (Cl 2.12) Quando alguém perde sua identidade em Cristo, o problema não é a intensidade da dor, mas o fato de que outra narrativa passou a governar o coração. O sofrimento começa a dizer quem a pessoa é, quando somente o evangelho tem autoridade para isso. Vemos isso claramente em Noemi, no livro de Rute. Ao retornar a Belém, ela declara: “Não me chamem Noemi; chamem-me Mara, porque o Todo-Poderoso me encheu de amargura.” (Rt 1.20) Noemi redefine seu nome, sua história e sua identidade a partir da perda. Ela não nega a soberania de Deus, mas interpreta essa soberania apenas pela lente da dor. O texto, porém, mostra algo essencial: Deus não concorda com a nova identidade que Noemi assume. O livro não se chama “Mara”, mas “Rute”, e culmina na linhagem do Messias. Responder biblicamente a alguém que perdeu sua identidade em Cristo não é negar sua dor, mas corrigir amorosamente sua autodefinição. A Escritura nos chama a lembrar quem somos: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é.” (2Co 5.17) A dor não tem autoridade para revogar essa verdade. O apóstolo Paulo escreve a crentes perseguidos e sofridos: “Porque morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.” (Cl 3.3) A identidade cristã está escondida, segura, imutável, mesmo quando não é sentida. A união com Cristo não oscila com o estado da alma, pois foi estabelecida pela graça, não pela percepção humana. Quando a identidade se perde, a resposta bíblica é recordação teológica, não autoafirmação. O povo de Deus é constantemente chamado a lembrar: “Lembra-te do Senhor, teu Deus.” (Dt 8.18) O esquecimento de Deus sempre precede o colapso da identidade espiritual. A Escritura afirma que fomos comprados por preço: “Porque fostes comprados por preço; agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” (1Co 6.20) Isso significa que o valor do crente não está no que ele perdeu, mas em Quem o possui. Cristo não apenas salva; Ele redefine. “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.” (Gl 2.20) Perder a identidade em Cristo é viver como se essa verdade tivesse sido suspensa, algo que o evangelho jamais permite. A resposta bíblica, portanto, é conduzir essa pessoa de volta à cruz, não para explicar o sofrimento, mas para restabelecer o eixo da existência. Na cruz, aprendemos que não pertence a nos mesmos, nem à dor, mas ao Senhor crucificado e ressurreto. “Quem nos separará do amor de Cristo?” (Rm 8.35) Nem a perda, nem o luto, nem o silêncio, nem a morte. A restauração da identidade não vem do alívio imediato da dor, mas da reafirmação contínua da união com Cristo, até que o coração volte a aprender a dizer: “O Senhor é a porção da minha herança.” (Sl 16.5) Mesmo quando tudo o mais parece ter sido levado.