У нас вы можете посмотреть бесплатно Brasil e Índia Selam Acordo e Desafiam a China nas Terras Raras или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
Neste vídeo, você vai entender o que está por trás do acordo firmado entre Brasil e Índia para minerais críticos e terras raras. No último sábado, em Nova Délhi na Índia, o presidente Lula se reuniu com o primeiro-ministro Narendra Modi, e os dois assinaram um acordo sobre minerais críticos e terras raras. Oficialmente, o discurso fala em transição energética, energias renováveis e cooperação tecnológica. Mas na prática, estamos falando de algo muito maior: Carros elétricos, smartphones, turbinas eólicas, motores e mísseis. E quem controlar esses minerais… vai controlar o futuro da indústria e da tecnologia. Segundo o primeiro-ministro indiano, o acordo é um passo importante para construir cadeias de suprimentos resilientes. Os dois líderes também trataram da expansão das trocas comerciais entre os países, que superaram 15 bilhões de dólares em 2025. O Brasil é o principal parceiro comercial da Índia na América Latina, e a meta é elevar o comércio bilateral a 20 bilhões de dólares até 2030. Atualmente, cerca de 70% da produção global de terras raras está concentrada na China. O uso mais importante desses elementos está na fabricação de ímãs permanentes, extremamente potentes e duráveis. Com eles, é possível produzir equipamentos menores e mais leves, algo essencial para a tecnologia moderna e para a indústria de defesa. E mais importante que a extração, é o refino da matéria-prima. Mesmo que outros países tenham reservas, a China controla quase 90% de toda a transformação. E isso deu a Pequim uma arma geopolítica poderosa, que o Ocidente percebeu tarde demais. Mas a Índia quer reduzir a dependência chinesa, e está tentando fazer isso de três formas: expandindo produção interna, investindo em reciclagem e diversificando fornecedores. E o Brasil entra exatamente nesse terceiro ponto. O acordo não prevê exclusividade, mas cria um guarda-chuva de cooperação em pesquisa, processamento e uso de inteligência artificial na exploração. Esse é o primeiro movimento concreto do governo brasileiro nesse setor no cenário internacional. O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 25% do total, e virou um mapa estratégico para as grandes potências. Mas o país não quer ser um mero fornecedor do minério bruto. Quer agregar valor, e mudar o seu peso no tabuleiro geopolítico. Recentemente, o governo brasileiro recusou aderir ao fórum proposto por Donald Trump, que daria aos Estados Unidos acesso privilegiado ou total aos recursos de alguns países. O presidente Lula afirmou que pretende discutir uma negociação soberana com Washington, e o recado é claro: O Brasil quer negociar com todos, mas não quer depender de ninguém. E isso coloca o país numa posição delicada. Enquanto se aproxima da Índia, negocia com os Estados Unidos, mantém relações profundas com a China, e tenta preservar sua autonomia estratégica. O acordo entre Brasil e Índia manda um recado direto ao mundo: a China ainda domina, mas países como Brasil, tentam transformar suas reservas em poder real. E o governo brasileiro se mostra disposto a negociar seus recursos, mas dentro dos seus termos. #geopolítica #economia #india #china #lula #políticainternacional