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Charlotte E. Ray foi a primeira advogada negra dos Estados Unidos. Nascida em 1850, em Nova Iorque, Charlotte era filha de um pastor abolicionista, editor de um jornal chamado “The Colored American”, que pregava a emancipação dos negros no país. Sua família valorizava o conhecimento, e ela e as irmãs tiveram acesso raro para mulheres negras da época: o apoio à educação, do ensino fundamental à universidade. Charlotte virou professora do departamento preparatório da recém-criada Howard University. Enquanto lecionava, passou a estudar Direito na mesma universidade, tornando-se, em 1972, a primeira mulher a se formar pela instituição. No mesmo ano tornou-se a primeira mulher admitida na Ordem dos Advogados do Distrito de Columbia, e a primeira mulher autorizada a atuar perante a Suprema Corte do distrito. Sua entrada abriu caminho para outras mulheres que tentavam obter licença para advogar em vários estados. Ela abriu seu próprio escritório em Washington e divulgou seus serviços no jornal de Frederick Douglass, um dos maiores heróis do movimento abolicionista. A expectativa era de que Ray fosse trabalhar apenas com direito imobiliário, mas ela também atuou efetivamente em tribunal — inclusive no caso “Gadley v. Gadley”, em que defendeu uma esposa no pedido de divórcio do marido violento e abusivo. Apesar de sua competência, o machismo e o racismo era uma realidade incontornável do final do século XIX, e o fluxo de clientes de Ray se revelou insuficiente. Assim, essa advogada talentosa e pioneira abandonou a profissão e voltou a lecionar no Brooklyn. Ainda assim, seu legado e influência para que outras mulheres começassem a advogar é imensurável. Ao longo da vida, Ray também esteve envolvida com movimentos sociais, defendendo o sufrágio e o fim da discriminação racial. Em 1911, Charlotte Ray morreu, aos 60 anos, devido a uma bronquite severa.