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[Introdução# 2X] Vêm pro samba lê lê nego. . . Vêm pro pagode Ia Iá nega. . . Vêm. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. Até rachar o calcanhar. . . Bate na palma da mão. . . Mostra com o pé no chão. Nesse samba o pagode, não há quêm não pode resistir sambar, sem paixão até o sol raiar. . . [Verso 1] Quando o Cavaco convoca com a sua harmonia esse povo indolênte junto com os partideiros pra versar a coisa fica excelente. . . Vêm trazendo o Pandeiro que provoca com sua ousadia valente. . . Chamando o Banjo maneiro pra na prosa, engrossar aquela poesia da gente. . . E o Violão maravilhado com seu dedilhado vem trazendo maestria Imponente. . . E o Surdo. . . Chega pra botar ordem na casa, pesado e marcando potente. . . O Repique malandro que se idêntifica intensifica no sapatinho firmando a corrente. . . Ninguém mais fica parado e sem vacilar. . . O Tam Tam danado se invoca malcriado e inocente. . . E o povo fica fascinado pra cantar e bebermorar mais contente. . . [Ponte] E o Samba cresce na palma da mão contagia. . . E a galera se remexe e se movimenta absorvendo dessa emoção toda magia. . . Mas a Lua com inveja da alegria se lamenta. . . Chama as estrelas que emolduram e nessa pintura sustenta. . . No pagode ilumina a partitura que nos guia e a noite esquenta. . . [Pré-Refrão] No Samba a tristeza afugenta; da mente, do corpo e da alma. Liberta o fardo e o peso no coração que na batida se acalma. . . Assim a sedução alimenta e espalhando a sensação. . . Regada com cerveja gelada não têm tropeço; só evolução. . . Um brinde a essa utopiaia encantada. . . No copo cheio, uma recarga santificada. . . Tóma só mais um góle. . . Todo mundo já quente se empolga pra cantar o Reefrão. . . [Refrão] Vêm pro samba lê lê, nego. . . Vêm pro pagode Ia Iá, nega. Vêm. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. Até rachar o calcanhar. . . Bate na palma da mão. . . Mostra com o pé no chão. Nesse samba o pagode, não há quêm não pode resistir sambar, sem paixão até o sol raiar. . . Vêm pro samba lê lê nego. . . Vêm pro pagode Ia Iá nega. . . Vêm. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. Até rachar o calcanhar. . . Bate na palma da mão. . . Mostra com o pé no chão. Nesse samba o pagode, não há quêm não pode resistir sambar, sem paixão até o sol raiar. . . [Verso 2#] Quando o Cavaco convoca com a sua harmonia esse povo indolênte junto com os partideiros pra versar e a coisa fica excelente. . . Vêm trazendo o Pandeiro que provoca com sua ousadia valente. . . Chamando o Banjo maneiro pra na prosa, engrossar aquela poesia da gente. . . E o Violão maravilhado com seu dedilhado vem trazendo maestria Imponente. . . E o Surdo. . . Chega pra botar ordem na casa, pesado e marcando potente. . . O Repique malandro que se idêntifica intensifica no sapatinho firmando a corrente. . . Ninguém mais fica parado e sem vacilar. . . O Tam Tam danado se invoca malcriado e inocente. . . E o povo fica fascinado pra cantar e bebermorar mais contente. . . [Ponte] E o Samba cresce na palma da mão contagia. . . E a galera se remexe e se movimenta, absorvendo dessa emoção toda magia. . . Mas a Lua com inveja da alegria se lamenta. . . Chama as estrelas que emolduram e nessa pintura sustenta. . . No pagode ilumina a partitura que nos guia e a noite esquenta. . . [Pré-Refrão] No Samba a tristeza afugenta; da mente, do corpo e da alma. . . Liberta o fardo e o peso no coração que na batida se acalma. Assim a sedução alimenta e espalhando a sensação. . . Regada com cerveja gelada não têm tropeço; só evolução. . . Um brinde a essa utopiaia encantada. . . No copo cheio, uma recarga santificada. . . Tóma só mais um góle. . . Todo mundo já quente se empolga pra cantar o Reefrão. . . [Refrão#2] Vêm pro samba lê lê, nego. . . Vêm pro pagode Ia Iá, nega. Vêm. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. Até rachar o calcanhar. . . Bate na palma da mão. . . Mostra com o pé no chão. Nesse samba o pagode, não há quêm não pode resistir sambar, sem paixão até o sol raiar. . . Vêm pro samba lê lê nego. . . Vêm pro pagode Ia Iá nega. . . Vêm. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. Até rachar o calcanhar. Bate na palma da mão. . . Mostra com o pé no chão. Nesse samba o pagode, não há quêm não pode resistir sambar, sem paixão até o sol raiar. . . Vêm. . . Vêm chega. . . Negô. . . Vêm. . . Vêm chega. . . Negá. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. . . Até rachar o calcanhar. . . Vêm. . . Vêm. . . Amanhã eu não vou trabalhar. . . Vêm. . . Vêm. . . Preetinha. Seu sorriso vai me enfeitiçar. . . Vêm. . . Vêm. . . Nesse Samba o Pagode. . . Não pode acabar. . . Vêm. . . Vêm. . . Até rachar o calcanhar. . . Vêm. . .