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Neste episódio, entramos em um dos conceitos mais fortes — e mais delicados — do universo ferencziano: identificação com o agressor. Ferenczi descreve um mecanismo de sobrevivência que pode surgir diante do trauma: quando o perigo vem de quem deveria proteger, a vítima, para não perder totalmente o vínculo (e para reduzir o dano), pode “encostar” sua mente na mente do agressor. É como se, por um instante, a subjetividade precisasse desaparecer para que a vida continue. O resultado pode parecer paradoxal: obediência automática, excesso de culpa, submissão; “entender demais” o outro e “sentir de menos” a si mesmo; autocensura, auto-ódio, e uma moral interna construída sob ameaça. A clínica, então, enfrenta uma tarefa difícil: reconhecer esse mecanismo sem moralizar, e manejar a transferência sem repetir a cena de autoridade que humilha, desmente ou captura. Hoje a pergunta é direta:como ajudar alguém a sair do lugar em que precisou virar o outro para continuar existindo? 📚 Referências CINTRA, Elisa Maria Ulhoa. Introjeção, incorporação e identificação com o agressor. IDE, São Paulo, v. 40, n. 66, p. 133–146, 2018. Disponível em: PePSIC. Acesso em: 8 fev. 2026. VERZTMAN, Julio; ROMÃO-DIAS, Daniela. O observador do mundo: a noção de clivagem em Ferenczi. Ágora: Estudos em Teoria Psicanalítica, Rio de Janeiro, 2002. Disponível em: SciELO. Acesso em: 8 fev. 2026. KUPERMANN, Daniel. Ferenczi e os objetivos do tratamento psicanalítico. Estudos de Cultura Material (USP) / Estic, 2019. Disponível em: Revistas USP. Acesso em: 8 fev. 2026. FERENCZI, Sándor. Diário clínico. São Paulo: Martins Fontes, 1990. FERENCZI, Sándor. A elasticidade da técnica psicanalítica. Porto Alegre: Artes & Ecos, 2025. PICIONE, R. D. L. et al. Sándor Ferenczi's psychoanalytic ground-breaking… (sobre trauma, dissociação e mecanismos defensivos, incluindo identificação com o agressor). PubMed, 2024. Disponível em: PubMed. Acesso em: 8 fev. 2026. Observação editorial: o conceito aparece articulado ao trauma e à “confusão de línguas” no horizonte do Diário clínico e nas leituras contemporâneas sobre clivagem/dissociação e manejo.