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E eu não estou falando de palavras decoradas. Estou falando de uma oração que quebra o orgulho. Uma oração que mata o ego. Uma oração que desmonta o direito próprio. Uma oração que rasga a alma diante de Deus. A maioria quer restauração. Mas poucos querem arrependimento verdadeiro. A Palavra diz em 2 Crônicas 7:14: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” Observe a ordem: Humilhar. Orar. Buscar. Converter-se. Então Deus sara. Muitos querem a cura da terra (o casamento). Mas não querem a conversão dos caminhos. Não existe restauração onde ainda existe soberba. Não existe reconstrução onde ainda existe acusação. Não existe milagre onde ainda existe justificativa do pecado. Davi pecou gravemente. Mas o que abriu o caminho da restauração foi o Salmo 51. Ele disse: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.” Ele não começou pedindo que Deus mudasse a situação. Ele pediu que Deus mudasse o coração dele. Essa é a oração que quase ninguém faz. A oração que traz restauração não começa dizendo: “Senhor, muda ele.” Ela começa dizendo: “Senhor, quebra-me.” Jesus ensinou algo poderoso em Mateus 7:5: “Tira primeiro a trave do teu olho.” A restauração começa quando você para de lutar contra a pessoa e começa a lutar contra o seu próprio orgulho. Muitos casamentos não estão travados por causa da amante. Estão travados por causa de corações endurecidos. A oração que libera restauração tem quatro pilares espirituais: Arrependimento profundo. Sem defesa. Sem “mas”. Sem transferência de culpa. Perdão liberado. Mesmo sem pedido. Mesmo sem explicação. Mesmo sem mudança aparente. Renúncia do controle. Você entrega a Deus o direito de resolver. Você para de manipular. Você para de vigiar. Você para de pressionar. Alinhamento com a vontade de Deus. Não é “do meu jeito”. É “do jeito do Senhor”. Tiago 4:6 diz: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.” Se existe resistência no processo, pode ser orgulho escondido. Pode ser dor não tratada. Pode ser ressentimento alimentado. A oração que restaura casamento não é emocional. É cirúrgica. Ela vai na raiz. E a raiz quase sempre é: Orgulho. Feridas não curadas. Palavras lançadas. Desonra. Falta de submissão ao Espírito Santo. E aqui está algo profundo: Às vezes Deus permite o abalo para tratar o que nunca seria tratado em tempos de conforto. Hebreus 12:11 diz que a disciplina parece triste no momento, mas depois produz fruto pacífico de justiça. O que parece destruição pode ser poda. O que parece perda pode ser alinhamento. Mas sem essa oração — a oração de rendição total — o processo não avança. Você pode jejuar. Você pode declarar. Você pode guerrear espiritualmente. Mas se não houver quebrantamento genuíno, nada se sustenta. Salmo 34:18 diz: “Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado.” Não é perto dos que têm razão. É perto dos quebrantados. A restauração começa no invisível. Começa no quarto. Começa nas lágrimas que ninguém vê. Começa quando você diz: “Senhor, se for preciso mudar tudo em mim, muda.” Essa oração é perigosa. Porque Deus responde. Ele começa a mostrar padrões. Ele começa a revelar comportamentos. Ele começa a confrontar atitudes. E muitos desistem nessa fase. Porque preferem um milagre externo a uma transformação interna. Mas casamento restaurado sem transformação vira apenas reconciliação temporária. E Deus não trabalha com remendo. Ele trabalha com nova aliança fortalecida. Ezequiel 36:26 diz: “Dar-vos-ei um coração novo.” Essa é a oração. Não é uma fórmula. É uma entrega.