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Minha influência na música vem de berço, e essa música é um exemplo disso. Quando meu pai pegava o violão para cantar, muitas das vezes era pra cantar "Quando penso em você, fecho os olhos de saudaaaaaade". Então essa música tem um significado para além da indiscutível beleza da canção. Beleza essa que, depois fui descobrir, se deve muito aos versos do poema Marcha, da Cecília Meireles. No final, a canção faz referência a Belchior, da canção Hora do Almoço, e de Águas de Março, de Tom Jobim Esses são os versos do poema da Cecília Meireles: "Quando penso no teu rosto, fecho os olhos de saudade Tenho visto muita coisa, menos a felicidade Soltam-se meus dedos tristes Dos sonhos claros que invento Nem aquilo que imagino Já me dá contentamento Gosto da minha palavra pelo sabor que me deste Mesmo quando é linda, amarga Como qualquer fruto agreste. Mesmo assim amarga, é tudo que tenho Entre o sol e o vento. Meu vestido, minha música, Meu sonho, meu alimento" Se inscreva no canal para não perder vídeos novos, compartilhe se gostou, e deixa aquele like que ajuda muito o canal! 💗 Voz e violão: Elisa Cunha / souelisacunha Produção audiovisual: Alua - André Luiz Almeida / andrelualmeida --- Canteiros Compositores: Cecília Meireles e Fagner Quando penso em você Fecho os olhos de saudade Tenho tido muita coisa Menos a felicidade Correm os meus dedos longos Em versos tristes que invento Nem aquilo a que me entrego Já me dá contentamento Pode ser até manhã Cedo, claro, feito o dia Mas nada do que me dizem Me faz sentir alegria Eu só queria ter do mato Um gosto de framboesa Pra correr entre os canteiros E esconder minha tristeza E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza E deixemos de coisa, cuidemos da vida Pois se não chega a morte Ou coisa parecida E nos arrasta moço Sem ter visto a vida Quando penso em você Fecho os olhos de saudade Tenho tido muita coisa Menos a felicidade Correm os meus dedos longos Em versos tristes que invento Nem aquilo a que me entrego Já me dá contentamento Pode ser até manhã Cedo, claro, feito o dia Mas nada do que me dizem Me faz sentir alegria Eu só queria ter do mato Um gosto de framboesa Pra correr entre os canteiros E esconder minha tristeza E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza E deixemos de coisa, cuidemos da vida Pois se não chega a morte Ou coisa parecida E nos arrasta moço Sem ter visto a vida É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho São as águas de março Fechando o verão É promessa de vida No meu coração