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letra: Intro Sob o céu de jade, um desvio entre os seres celestiais altera o fluxo dos céus. De uma pílula se manifesta um pequeno garoto, apontado pelos oráculos como portador de crueldade e mal absoluto. Marcado como demônio antes de compreender o mundo, os pergaminhos antigos registram apenas calamidade, e os céus passam a observá-lo como algo que nasceu apenas para destruir. Verso 1 Talismãs selam sua carne ainda pequena Templos fecham portas, a vila o condena Olhares pesam como julgamento do deus antigo Antes mesmo de entender seu próprio caminho Verso 2 Crescendo sob selos, sua fúria não se acumula Avança além dos limites, expandindo sua fúria Desígnios antigos tomam formas contidas Um corpo jovem carregando uma força demoníaca, forte o suficiente para dizimar várias vilas Verso 3 Crescendo, crescendo Minha presença cobra um preço tremendo Maldição, maldição Se eu nunca tivesse vindo ao mundo Talvez meus pais não carregassem essa condenação Pré-Refrão Maldição escrita pelo céu antigo Dizem que o nome Nhe Zha carrega um castigo Entre selos quebrados e a pílula que me criou Essa marca me envolve desde quando tudo começou Não vou aceitar o olhar de julgamento que jogam em mim A pílula do demônio virou uma maldição sem fim Me julgam mais que dragões enjaulados E de mim vivem apavorados Refrão Que o céu se parta e o trovão se cale! Não há relâmpagos que a minha alma abale! Eu sou muito mais que só uma maldição, vejam o fogo se espalhar pela minha mão. Já viram um demônio temer um dragão? Percebam, a solidão me ensinou a não temer essa escuridãoooo, aceitação aprendi a viver com minha maldiçãoooo. Pós-Refrão A maldição arde no peito, um vazio profundo, Não temo mais o caos que consome este mundo. A solidão é meu trono, o presente da escuridão, Aceitar o demônio em mim é a minha libertação! Verso 4 Talvez eu seja o próprio cão, uma assombração, sem solução, para não os assustar, Nhe Zha, derrotar vocês é bem moleza, quanta tristeza, nem treinando por cem mil anos não chegariam aos pés desta besta, nem lutando com mil monstros, não teriam as chamas que meu coração manifesta. Verso 5 Será que no palácio de jade, eles também temem esse demônio que manifesta um fogo escarlate? Será que até mesmo nos céus eu seria uma atrocidade? Por que o destino insiste em me tornar uma monstruosidade? Verso 6 E se eu fizesse todos do palácio de jade temerem meu nome? E se eu usa-se meu poder para me libertar do destino que me oprime? Será que um dia respirarei sem que pareça que estou cometendo um crime? Pré-Refrão 2 O mar é mais calmo que o vulcão, mas nada pode impedir o oceano de causar uma inundação, da mesma forma que um vulcão pode entrar em erupção, o que impedi um demônio de quebrar sua maldição. Refrão (Final) Que o céu se parta e o trovão se cale! Não há relâmpagos que a minha alma abale! Eu sou muito mais que só uma maldição, vejam o fogo se espalhar pela minha mão. Já viram um demônio temer um dragão? Percebam, a solidão me ensinou a não temer essa escuridãoooo, aceitação aprendi a viver com minha maldiçãoooo.