У нас вы можете посмотреть бесплатно AKapella47 - Da Hype Official Video) или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
letra e musica: chullage Vídeo: Sliitz LETRA Toda a gente diz que tem, espalha, Lidera uma ideologia/ Quando no fundo é refém, encalha Espera uma ideologia/ Vinda da boca dum messias/ Que nos faça acreditar que é preciso aguentar na fome E votar ate melhores dias/ Mas uns acumulam milhões Outros nem uma refeição no dia/ Ideologias/ Que falam, falam mas só servem P’ra mobilizar as massas p’ro interesse duma minoria/ Que tem o capital, as armas, energia, tecnologia/ P’ra oprimir, explorar o mundo e mantê-lo em constante vigia/ Enquanto fazem razias/ Deixam-nos migalhas e dividem grandes fatias/ Forçam milhões a imigrar ou morrer durante as travessias/ pra ir limpar, cozinhar pró Norte e cuidar das suas crias/ fugidos dos escombros das bombas que caem em nome da paz/ da lei do mercado, a lei do mais forte que faz/ biliões por cima das vidas que desfaz/ Com a fome a doença O desastre ambiental/ A expropriação de agricultores Por uma multinacional/ Que impõe monoculturas ou corre atrás dum mineral/ Com a guerra que beneficia o poder imperial/ Tanto fala em democracia como se associa a um poder ditatorial/ O lucro circula global e o sofrimento fica local/ o rico circula global o pobre morre no local/ O que é a opinião/ pública senão/ A escolha entre uma ou outra opção/ Que previamente nos dão/ Pela mão/ de intelectuais/ O que são telejornais/ senão/ Spots publicitários de acontecimentos e ideais/ Verdades em redes sociais Que nascem de rumores virais Defendem guerras e decidem campanhas eleitorais Metem nacionais com medo, raiva dos demais/ estereotipam-nos de marginais e entopem-nos em tribunais/ numa só versão, do que são, os bons e maus da fita/ 8 televisão pastor dum rebanho que não pensa só́ imita/ reality shows pro tédio da classe o trabalho limita/ pa rir com a vida dos outros já que a nossa só nos irrita/ chorar com a desgraça dos outros pensar que a nossa é mais bonita/ ver o final feliz da novela enquanto o mundo se desmorona/ acreditar na visão que nos formata numa poltrona/ olho fixo/ no Netflix enquanto o cérebro ressona/ e nunca mais acorda.../ vivemos como bonecos que repetem frases e movimentos programados quando o sistema nos dá á corda/ os mídia dizem agente concorda/ entretidos com futilidades da realidade não se recorda/ O que é a publicidade senão um instrumento opressor/ num regime onde o consumo tornou-se a lei em vigor/ E trocou o estatuto de cidadão pelo de consumidor/ á a corrente que nos prende ao trabalho como único valor/ e o que é o trabalho senão a obrigação de produzir bens/ E receber salários para consumir esses mesmos bens/ porque agente produz/ recebe um salário, paga a casa, o carro, ginásio e a luz/ e gasta o que sobra a comprar o que a publicidade nos induz/8 A felicidade na roupa que se veste, no carro que se conduz/ Ao som dos/ artistas que pregam só é alguém, e vive bem, quem é dono/ dos objectos que nos põem em destaque na sucessão de hedion/dos/ Talent shows da família, a escola ao trabalho, é a caça ao dom/dos Steve Jobs e Ronaldos que mostram que isto funciona para continuarmos a correr atrás de cheques redondos/ E vêm os créditos nos bancos Com sentenças de 30 anos que nos prendem pra vivermos sonhos americanos/ e quem não tem emprego espera-se que não sobreviva/ ou os guetos são os aterros pró excedente de população activa/ Os que ganham pão na rua São só mais uns operários/ que não tem mais opção, senão, tirar daqui os seus salários/ já que a riqueza produzida não é́ a riqueza dividida/ E a elite ganha a vida A chupar o sangue de quem ela Endivida/ farmácias, tabaqueiras não serão traficantes impunes/ não serão políticos ladroes e assassinos imunes/ escolas igrejas não serão prisões de neurónios/ que não espantam a injustiça porque espantam outros demónios/ noticiam outros demónios educam outros demónios/ transformam os piores monstros em heróis, homens idóneos/ Já quis Copiar o que estava no quadro a giz/ Já quis ler com atenção o que um académico redige Mas são palavras vazias Na boca de quem as diz/ Que não respondem as perguntas Que sempre me fiz/ Já quis estar informado com estas SIC’s e TVI’s/ Já́ quis ser alertado por CNN’s e BBC’s/ Mas são palavras de comando Cada vez menos subtis/ Que escondem a verdade Por baixo do meu nariz/ Já quis ser acalmado por spotifys e MTV’s/ Já quis saber o que se passa em talent shows e realitys/ palavras falsas e falsetos Celebridades e perfis/ Que escolhem por ti, te dizem quando choras quando ris/ já quis votar nos políticos que iam mudar o pais já quis acreditar nas revoluções desses mc’s palavras que eu devia guardar como se fossem uma matriz mas que não tornaram este mundo em meu redor mais feliz