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A fraude bilionária no INSS não começou agora. Segundo o senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, o problema remonta ao primeiro governo Lula (2003–2006), quando surgiram os empréstimos consignados com o Banco BMG. Para o senador, ao longo de quase duas décadas, bancos, financeiras e fintechs criaram uma “ciranda financeira absurda” que tornou aposentados ainda mais vulneráveis. Na entrevista ao Amarelas On Air, Viana faz uma distinção: o consignado com juros de 2% a 3% ao mês pode ser uma ferramenta legítima para o aposentado manter as contas em dia. O problema, diz ele, veio depois, com cartões, créditos paralelos e juros de até 22% ao mês, muitas vezes sem que o beneficiário soubesse exatamente o que estava contratando. Segundo o senador, os créditos eram vendidos entre bancos, enquanto a Previdência falhou em auditar e acompanhar os contratos. Viana também afirma que associações e sindicatos passaram a operar em conjunto com bancos, inclusive com venda casada, explorando aposentados que “não têm a menor capacidade de defesa”. Para ele, trata-se de “um dos roubos mais cruéis da história brasileira”, agravado por interferência política e blindagens que impediram depoimentos na CPMI. 💬 Você acha que esse modelo precisa ser revisto com urgência? 👍 Curta, 💬 comente e 📌 inscreva-se no canal da VEJA. #veja #revistaveja #noticiasdehoje #inss #cpmi #aposentados #veja #revistaveja #noticiasdehoje #cpmi #inss #aposentados ————————————————————————— Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/ SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS: Instagram: / vejamais Facebook: / veja Twitter: / veja Telegram: http://t.me/vejaoficial Linkedin: / veja-com TikTok: / revista_veja