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A transformação de Patrick Dempsey é realmente impressionante. Por trás do sorriso de galã, Patrick Dempsey esconde um passado de humilhações, um casamento perturbador e uma luta silenciosa que quase lhe custou tudo. Esta é a história que as câmeras não mostraram. Esqueça o neurocirurgião charmoso de Grey’s Anatomy. Antes de se tornar um ícone mundial, Patrick Dempsey era apenas um garoto que o mundo parecia rejeitar. Aos 17 anos, ele abandonou o ensino médio, incapaz de ler corretamente e rotulado pelos professores como "lento". Mas o verdadeiro drama estava apenas começando. Aos 18 anos, em uma reviravolta que chocaria Hollywood anos depois, ele se envolveu com uma mulher de 44 anos. Ela não era apenas sua esposa; ela se tornou sua empresária, sua mentora e, estranhamente, uma figura materna controladora. Durante oito longos anos, ela dominou cada passo da vida dele. Quando o relacionamento finalmente ruiu, o final foi explosivo, com alegações de abuso que deixaram a indústria do cinema atônita. O próprio Patrick descreveria mais tarde essa fase como um "pesadelo freudiano". O homem que o mundo viria a amar quase perdeu sua alma duas vezes antes mesmo de encontrar o sucesso. Mas, para entender essa transformação, precisamos voltar ao início, quando as luzes da fama eram apenas um sonho distante. Tudo começou em 13 de janeiro de 1966, na fria e cinzenta Lewiston, no estado do Maine. Era uma cidade industrial em decadência, onde as famílias lutavam apenas para manter a cabeça fora d'água. Patrick nasceu em um lar modesto. Seu pai, William, vendia seguros e já tinha passado dos 50 anos, o que fazia dele um pai muito mais velho do que os dos outros garotos da vizinhança. Sua mãe, Amanda, passava os dias atrás da mesa do diretor como secretária da escola, atendendo telefones e recebendo pais. Caçula de três filhos, crescendo entre cidades pequenas onde as fábricas fechavam e os empregos sumiam, Patrick sentia que a vida estava confinada pelos limites da classe trabalhadora. Nada ali sugeria um futuro em Hollywood. No entanto, algo dentro dele insistia em olhar além daquele horizonte cinza. A escola, porém, era seu campo de batalha. Aos 12 anos, Patrick recebeu um diagnóstico que finalmente explicava seu sofrimento: dislexia. O problema o acompanhava silenciosamente há anos, mas ninguém sabia nomeá-lo. Antes que a palavra fosse dita, ele já havia sido colocado em turmas de educação especial. Naquela época, final dos anos 70, o sistema de ensino não tinha empatia; Patrick sentia-se marcado, jogado em salas que ele descreveria mais tarde como depósitos de "desajustados abandonados". Para sobreviver à vergonha de não conseguir ler, ele criou uma máscara. Tornou-se o palhaço da turma, fazendo barulho e piadas, preferindo que rissem de suas loucuras do que de sua dificuldade. Mas cada vez que ele "atuava" na sala de aula, era mandado direto para a diretoria — onde sua própria mãe estava sentada, trabalhando. A decepção no olhar dela tornava o fardo ainda mais pesado.