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Pedro, tu és pedra, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. As portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” (São Mateus 16:18-19). Essas palavras de Cristo a Pedro, registradas no Evangelho de Mateus, constituem um dos pilares fundamentais da doutrina católica sobre o papado. Para os católicos, a interpretação é clara e direta: Jesus estabele- ceu Pedro como a pedra sobre a qual construiria Sua Igreja, conferindo- lhe autoridade especial representada pelas “chaves do Reino dos Céus”. Contudo, muitos protestantes interpretam essa passagem de forma diferente. Segundo essa visão, quando Cristo disse “tu és pedra”, Ele não estava se referindo a Pedro como pessoa, mas sim indicando que Ele próprio (Cristo) era a verdadeira pedra ou fundamento da Igreja. Nessa interpretação, Pedro seria apenas o instrumento através do qual Cristo revelou essa verdade, mas não o fundamento em si. De fato, as Escrituras apresentam consistentemente Cristo como a pedra fundamental da fé. Esta verdade é claramente estabelecida em diversas passagens: Em I Coríntios 10:4: “todos beberam da mesma bebida espiritual (pois todos bebiam da pedra espiritual que os seguia; e essa pedra era Cristo)”. Em Efésios 2:20: “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e pro- fetas, tendo por pedra angular o próprio Cristo Jesus”. Em I São Pedro 2:4-7: O próprio Pedro reconhece Cristo como “pedra viva” e “pedra angular, eleita e preciosa”. Esses textos demonstram inequivocamente que Cristo é descrito como a Pedra por excelência, o fundamento último e inabalável da fé cristã. Longe de criar uma contradição, essas passagens na verdade esclare- cem e enriquecem o significado das palavras de Cristo a Pedro. A chave para compreender corretamente Mateus 16:18 está em reconhecer que não há oposição entre Cristo ser a Pedra Angular e Pedro ser também uma pedra fundacional. Na arquitetura antiga, a pedra angular era a pedra principal que de- terminava o alinhamento de toda a construção. No entanto, uma con- strução sólida necessitava também de outras pedras de fundamento que, apoiadas na pedra angular, sustentassem toda a estrutura. Cristo como Pedra Angular: É o fundamento absoluto, eterno e divino da Igreja. Dele deriva toda autoridade e sobre Ele repousa toda a estrutura da fé. Pedro como Pedra de Fundamento: É o representante terreno es- colhido por Cristo, a pedra humana através da qual a autoridade divina se manifesta na Terra. Quando Cristo diz a Pedro “sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”, Ele está estabelecendo um princípio de delegação divina: 1. Cristo permanece como a Pedra Angular: Fonte última de toda autoridade; 2. Pedro torna-se a pedra derivada: Canal através do qual essa autoridade se exerce na Terra; 3. A Igreja se edifica: Sobre ambos os fundamentos - o divino (Cristo) e o humano (Pedro). O simbolismo das “chaves do Reino dos Céus” reforça essa interpre- tação. Cristo não está abdicando de Sua autoridade, mas sim delegando- a a Pedro de forma especial. As chaves representam: • Autoridade para governar: “ligar e desligar” na Terra; • Correspondência celestial: O que Pedro decidir na Terra será ratificado nos Céus; • Responsabilidade pastoral: Cuidar do rebanho de Cristo (São João 21:15-17). A interpretação católica não diminui Cristo ao exaltar Pedro, nem tampouco coloca Pedro em oposição a Cristo. Pelo contrário, demon- stra como Cristo, sendo Ele próprio a Pedra Angular eterna, escolheu estabelecer uma estrutura terrena sólida para Sua Igreja, designando Pedro como a pedra humana através da qual Sua autoridade divina con- tinuaria a se manifestar. Esta compreensão harmoniza perfeitamente todas as passagens bíbli- cas: Cristo permanece como a Pedra fundamental e eterna, enquanto Pedro serve como Sua representação visível e autorizada na Terra, garantindo assim a continuidade e a unidade da Igreja através dos tem- pos. #catolicismo #papa #catolico #cortespodcast #santopadre