У нас вы можете посмотреть бесплатно Médico do RJ é suspeito de desviar doses de vacina | Primeiro Impacto (29/03/21) или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga uma denúncia de desvio de doses da vacina CoronaVac de um hospital estadual em Niterói. O ex-diretor da unidade, Rogério Casemiro, é o principal suspeito. O imunizante contra a Covid-19 seria utilizado em profissionais da saúde antes dos desvios. Casemiro que é médico do Corpo de Bombeiros e dirigia o hospital Azevedo Lima teria pegado as doses para aplicar a vacina em dois enteados: um adolescente de 16 anos e uma estudante de medicina de 20. Os jovens são filhos de Adriana de Moraes, diretora do Instituto Sócrates Guanaes, organização social que gerencia o centro médico estadual. Ela também está sendo investigada. Funcionários foram ouvidos em depoimento e afirmaram que, como muitos profissionais de saúde já tinham se vacinado, sobraram doses do imunizante. Casemiro teria incluído, além dos enteados, funcionários do setor administrativo da unidade, além de acadêmicos e estagiários de enfermagem. Em uma operação de busca e apreensão em fevereiro, a polícia encontrou o cartão de vacinação dos jovens na residência de Adriana e Rogério. O hospital também foi alvo da ação. Também foram encontradas listas de vacinação rasuradas. Em uma delas, o filho de 16 anos aparecia como estudante de medicina. Em nota, a defesa de Rogério negou qualquer tipo de favorecimento ou burla na fila de vacinação do Hospital Azevedo Lima; veja abaixo "A defesa de Rogério nega qualquer tipo de favorecimento ou burla na fila de vacinação do Hospital Azevedo Lima. Como diretor técnico do hospital, ao perceber que muitos profissionais já tinham se vacinado em outras unidades, Rogério apenas determinou a ampliação dos grupos de vacinação, sempre de acordo com os critérios do Ministério da Saúde. Já está provado que o processo de vacinação no Hospital Azevedo Lima foi repleto de falhas, sendo elas de responsabilidade dos funcionários que estavam à frente da sua realização, e sobretudo da Diretoria Executiva. O nome de Rogério Casemiro vem sendo utilizado para encobrir a responsabilidade dos verdadeiros e óbvios culpados: a mãe dos jovens, funcionária do hospital, e a equipe administrativa do hospital. Rogério possui mãe de 84 anos, vacinada dentro do calendário do município do Rio de Janeiro, no dia 15.02.2021, ou seja, após a campanha de imunização do hospital Azevedo Lima. Além disso, atualmente é casado com uma dentista e tem dois filhos jovens, de 20 e 23 anos, todos não vacinados até hoje. Isso tudo corrobora a falsidade das elegações de que teria utilizado sua influência para irregularmente permitir que dois ex enteados fossem vacinados, sendo importante destacar que um deles conta com 16 anos, e sequer possui indicação médica para receber o imunizante."