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Rancho Folclórico de Torredeita (Viseu) | Evento - I.ª Festa do Trajo, Canto e Dança Populares (Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra) | Iniciativa e organização do Grupo Folclórico de Coimbra, realizada no dia 21 de Abril de 1990 | Nenhum sapateado, apenas leve batimento de chinelas...» «Ó meu Senhor do Padrão | Mandai varrer as areias | Já rompi minhas chinelas | Não quero romper as meias». | Decorria o evento. Um elemento masculino, num rodopio da dança, deixa cair-lhe a cinta (ou faixa). Sai da roda de dança, e num gesto de raiva, enrola a peça e irado atira-a ao chão. A cena decorreu precisamente na parte frontal do palco. Para natural espanto da plateia, que decerto classificou o desespero do bailador como um ato reprovável. | Não virá mal ao mundo e ao grupo que não sairá inferiorizado por isso, se o componente que deixa cair a cinta (ou faixa), tal como um chapéu ou um barrete; ou uma mulher deixar cair o lenço, desprender-se da chinela, da soca ou da tamanquinha, que interrompa o seu movimento na dança para recuperar estes adereços do trajo. | Seria assim que os bailadores de outros tempos, de uma forma instintiva, decerto procederiam; nunca deixariam pisar e emporcalhar aquilo que lhes terá custado os olhos da cara, na época. Imaginemos a dificuldade de uma bailadora a concluir a dança calçada com apenas uma chinela, uma soca ou tamanquinha, como muitas vezes temos visto, com os riscos físicos que isso pode trazer. | E a péssima imagem que se nos depara o pontapear duma chinela, o repisar constante dum lenço, dum chapéu ou duma faixa. Se na apresentação de um grupo está implícita a maior fidelidade aos usos e costumes do povo que representa, ficará bem, também neste gesto, a retratação do ato, tão natural noutros tempos». In: Manuel João Barbosa - Diretor do Jornal “Folclore” (Texto adaptado e acrescentado)