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Em minha palestra Geração T, falo da geração testemunha: gente que sabe de tudo que acontece, mas não tem ideia de por que acontece. Durante anos, professores disputaram atenção com um objeto que cabia no bolso do aluno. Uma máquina projetada para vencer qualquer concorrência. Cada notificação, cada vídeo curto, cada deslizar de dedo era uma pequena armadilha neurológica, calibrada para capturar e reter. A sala de aula, com seu ritmo humano, simplesmente não tinha como competir. Mas isso mudou... Há um ano, a Lei 15.100 chegou para retirar o celular de cena, proibindo o uso nas salas de aula. E os resultados iniciais parecem animadores: mais atenção, mais cadernos abertos, mais olhos voltados ao professor. Algo que parecia perdido começou a reaparecer. Mas quando o ruído desaparece, a gente começa a ouvir outras coisas. O tédio, por exemplo. Numa pesquisa, quase metade dos alunos disse sentir tédio. E isso não é um detalhe trivial, é um sintoma. Durante anos, essas pequenas mentes foram moldadas por ambientes de resposta instantânea, onde cada gesto gera consequência imediata. O cérebro aprendeu a esperar interação constante. Aprendeu que o mundo responde. Mas a escola é analógica. Continua operando como operava antes desse condicionamento existir. E aqui está o ponto central: o celular não era apenas uma distração. Ele era um ambiente interativo, responsivo, participativo. Quando a gente removeu o celular, ficou claro o tamanho da transformação que já havia acontecido. E aí vem uma constatação brutal. A atenção pode até ser recuperada por imposição, mas o engajamento, não. Engajamento nasce muito mais do significado do que dos estímulos. O cérebro humano não foi projetado para ser apenas receptor. Foi projetado para agir, testar, interferir, participar. É assim que ele aprende. É assim que ele se desenvolve. Quando essa participação desaparece, a mente permanece presente fisicamente, mas funcionalmente, ela começa a divagar. É possível ter uma sala cheia de alunos atentos e, ainda assim, não presentes no ali, agora. O verdadeiro desafio, portanto, nunca foi banir o celular. Foi reconstruir o ambiente de aprendizagem para fazer o aluno voltar a ser parte do processo, e não apenas um espectador. Existe uma diferença profunda entre controlar a atenção e conquistar a mente. Controlar é fácil, é só remover o estímulo concorrente. Mas conquistar exige algo muito mais raro: fazer com que o aluno queira estar ali. Esse é o ponto em que estamos agora. O celular saiu. O silêncio voltou. A pergunta que permanece é desconfortável. O que vamos fazer com essa atenção recém-recuperada? Eu tenho uma ideia... NOSSA LIVRARIA: https://livrariacafebrasil.com.br MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Nossa loja: https://cafebrasilloja.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos... Instagram: / lucianopires Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires 📺 YouTube Canal do Luciano Pires: / lucianopires1 Canal do LíderCast: / lidercast 💬 Redes Sociais Instagram: / lucianopires Twitter (X): Luciano Pires: / lucianopires Café Brasil: / cafe_brasil 📲 Telegram Canal Café Brasil: https://t.me/cafebrasil Cafezinho 715 | O Celular se Foi. Silêncio.