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O plano de US$ 100 bilhões para contornar o Estreito de Ormuz O petroleiro Stena Impero navegava a onze nós quando os sinais de rádio começaram a falhar. Foram apenas segundos. Depois, cinco lanchas militares surgiram do nada, cortando o horizonte como facas. Helicópteros sobrevoavam o casco. Homens armados desceram por cordas e tomaram o convés em menos de quatro minutos. O navio era britânico. A carga valia dezenas de milhões de dólares. E o ponto exato onde tudo aconteceu tinha apenas 21 milhas de largura. Naquele momento, em escritórios de Riade, Abu Dhabi, Houston e Tóquio, monitores acenderam alarmes. Não porque o navio fosse único. Mas porque o lugar onde ele foi capturado era insubstituível. Esse era o problema. Esse sempre foi o problema. --- Existe um ponto no mapa que determina o preço que você paga pela gasolina, o custo do plástico na sua embalagem, a viabilidade de cada fábrica que usa derivados do petróleo em qualquer canto do mundo. Não é um campo de petróleo. Não é uma refinaria. É uma faixa de água. Um corredor marítimo com 21 milhas de largura no ponto mais estreito, flanqueado de um lado pelo Irã e do outro pelos Emirados Árabes Unidos e por Omã. O Estreito de Ormuz. Por ele passam, a cada dia, entre 17 e 21 milhões de barris de petróleo. Cerca de 20% de toda a oferta global de energia. Superpetroleiros — os VLCCs, navios com quase 330 metros de comprimento e capacidade para 2 milhões de barris — navegam em faixas de trânsito de apenas 2 milhas por direção. Dois quilômetros e meio de margem para manobrar estruturas do tamanho de prédios de vinte andares, deitados sobre o mar. O plano de US$ 100 bilhões para contornar o Estreito de Ormuz