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Você já se perguntou como o seu celular, sua TV e o seu computador conseguem acessar a internet ao mesmo tempo, mesmo que a sua operadora forneça apenas um endereço de conexão? No coração dessa mágica tecnológica está o *Protocolo NAT* (*Network Address Translation*), uma solução fundamental que permitiu que a Internet continuasse crescendo apesar de um grande obstáculo técnico. O problema central que enfrentamos é o **esgotamento de endereços IPv4**, pois o número de endereços públicos disponíveis no mundo tornou-se pequeno demais para a quantidade massiva de dispositivos conectados atualmente. O NAT surgiu como uma solução paliativa para evitar que a rede mundial parasse de expandir. O NAT atua como um tradutor inteligente localizado no seu *equipamento de borda**, como um roteador ou firewall. Na prática, cada dispositivo dentro da sua casa ou empresa possui um **endereço privado* único, mas esses endereços são **não roteáveis**, o que significa que eles não funcionam para navegação direta na Internet pública. Quando você envia um pacote de dados para fora, o roteador realiza a conversão, substituindo o seu endereço privado de origem pelo endereço público da rede. Para garantir que os dados voltem corretamente, o equipamento mantém uma **tabela NAT de mapeamento**, permitindo saber exatamente para qual dispositivo interno deve entregar a resposta quando ela chegar da rede externa. Para levar essa eficiência ao próximo nível, existe o *PAT* (*Port Address Translation*), popularmente conhecido como **NAT Overload**. É o PAT que permite que centenas de aparelhos compartilhem o mesmo IP de saída simultaneamente. Ele faz isso mapeando cada dispositivo interno a uma **porta de origem específica**, diferenciando o tráfego de cada máquina por meio das portas TCP ou UDP. Além da economia de recursos, o NAT oferece uma camada valiosa de **segurança**, pois impede que invasores externos se conectem diretamente aos seus aparelhos internos, criando o que chamamos de "segurança por obscuridade". Existem diferentes modalidades de mapeamento para necessidades específicas. O *NAT Estático* realiza um mapeamento fixo de 1 para 1, sendo ideal para servidores internos que precisam ser encontrados sempre pelo mesmo endereço externo. O *NAT Dinâmico* mapeia o endereço interno para um IP externo disponível apenas no momento da necessidade. Já o *NAT Reverso* é a ferramenta usada para disponibilizar servidores internos para o mundo externo, encaminhando requisições de portas específicas da Internet direto para o IP do servidor local. Apesar de ser uma ferramenta poderosa, o NAT possui desvantagens. Ele *viola o modelo arquitetônico original do IP**, que previa que cada máquina teria uma identidade exclusiva global, e fere o princípio de conectividade **ponta a ponta**, dificultando o rastreamento total dos pacotes. Em larga escala, os provedores utilizam o **CGNAT* (*Carrier Grade NAT*) para compartilhar um único IPv4 entre milhares de clientes. Contudo, é importante lembrar que o NAT é uma sobrevida; a resposta definitiva para a falta de endereços é a migração para o **IPv6**. *Palavras-chave:* NAT, Protocolo NAT, IPv4, IPv6, Redes de Computadores, PAT, Endereço IP, Roteador, Firewall, CGNAT, TI, Infraestrutura de Redes, Segurança de Redes, Tradução de Endereços, Tecnologia. *Hashtags:* #NAT, #RedesDeComputadores, #IPv4, #IPv6, #Tecnologia, #TI, #Informatica, #CyberSecurity, #Networking, #ProtocoloNAT, #PAT, #CGNAT, #Roteadores, #Internet, #EstudosTI, #ConcursoTI, #EngenhariaDeRedes, #DicasDeTI, #Aprendizado, #SistemasDeInformacao, #SuporteTI, #Infraestrutura, #Telecom, #DataCenter, #Conectividade, #SegurancaDigital