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Cuba atravessa o que pode ser o momento mais crítico de sua história recente. Segundo a própria Unión Eléctrica, mais de 64% da ilha pode ficar simultaneamente sem energia nos horários de maior demanda. Especialistas alertam que o país pode enfrentar o pior apagão de sua trajetória — em meio a uma economia que já encolheu 5% em 2025 e opera no limite há anos. Mas a crise vai muito além da falta de luz. Sem combustível, as usinas termoelétricas antigas — movidas a petróleo — podem parar em questão de semanas. O país precisa de cerca de 110 mil barris por dia para manter o sistema funcionando, mas produz apenas 44 mil, e ainda de baixa qualidade. As reservas atuais poderiam sustentar o funcionamento por apenas 15 a 20 dias em cenário crítico. Se o fluxo externo for interrompido, o colapso operacional pode ser quase imediato. O turismo, que antes gerava US$ 3,3 bilhões anuais, praticamente desapareceu. De 4,2 milhões de visitantes em 2019, o número despencou durante a pandemia e nunca se recuperou. Em 2025, a receita mal alcançou US$ 92 milhões. Agora, até o combustível de aviação (Jet A-1) está indisponível nos aeroportos. Sem voos, não há turistas. Sem turistas, não há dólares. A produção de açúcar — símbolo histórico da economia cubana — caiu para menos de 150 mil toneladas na safra 2024–2025, o pior resultado em mais de um século. Nos anos 70, eram 8,5 milhões de toneladas. Hoje, o país importa quase 100% dos alimentos. Historicamente dependente da União Soviética e, mais tarde, da Venezuela, Cuba entrou em colapso no chamado “Período Especial” após 1989 — e jamais recuperou sua capacidade produtiva. A pandemia foi o golpe final. A ajuda russa existe, mas é limitada. O turismo russo, que chegou a 185 mil visitantes em 2023, já despencou em 2025. Enquanto isso, o regime mantém cerca de 1.100 presos políticos e intensifica medidas repressivas, mesmo em meio a apagões e escassez generalizada. Três cenários são discutidos por analistas: • Isolamento total, transformando Cuba em uma espécie de Coreia do Norte caribenha • Pressão externa máxima ou intervenção • Uma transição negociada A pergunta deixou de ser se a crise é grave. Isso já é consenso. A questão agora é: quanto tempo o regime consegue resistir diante de um colapso energético, falência econômica e pressão política crescente? A janela histórica está aberta. 📌 Assista até o final para entender os bastidores geopolíticos, os números reais e os possíveis desdobramentos estratégicos que podem redefinir o futuro da ilha.