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Vamos Ver Álbum: Origem Letra: Dust Instrumental: Vintage Gravação: Segundo Piso Mistura e masterização: Mundo Segundo Letra: (Refrão) Vamos ver Quem é que vai vencer Quem é que está disposto A dar o rosto e a aparecer Não é assim tão fácil Como te fazem parecer Viver é um fogo posto Mas não vou ser eu a arder Sinto saudade Há-de a vida mais tarde Colocar cada coisa No sítio onde ela cabe Quem sabe no lugar certo Decerto que o meu trajecto De perto parece pouco Ou até nada concreto Direto ao alvo correto Porque o que ficou para trás É certo que acerta em cheio Quando um gajo está em paz Nada nem ninguém está perto Quando tudo fica incerto E a vida debilitada Vazia como um deserto Recto na palavra dada Nada me derruba mais Até com a visão vendada As costas fogem dos punhais Acaba tudo no final Como começa era uma vez E só fica o que é real Tal e qual como tu vês Não interessa andar com pressa Se depressa corre mal Peça a peça o que demora Agora parece irreal Mas a hora chega embora Outrora não fosse real Hoje o que era fantasia É o meu dia a dia normal Fui à luta na disputa Pela verdade absoluta Mas sozinho contra 4 Pouco vale a força bruta Deus descansa mas não dorme E um pedido de desculpa É cuspido como veneno Quando não se assume a culpa De lupa vejo a conduta Dessa gente que se agrupa Com a cara mascarada Sente que pode e insulta É tudo uma questão de tempo E o carma é quem se ocupa De quem vende a alma mais Barata que uma prostituta Importa o que nos toca Se a memória não está morta Nota que ninguém atende Quando um gajo bate à porta Vivo e sigo a minha rota Na vitória e na derrota Porque a vida é um monopólio Que se joga com batota Lembrança de criança Fez-me perder a esperança Mas cansa viver assim Quando a vida não avança Por isso na tempestade Lutei pela bonança Mesmo sem capacidade E com falta de confiança (Refrão) Vamos ver Quem é que vai vencer Quem é que está disposto A dar o rosto e a aparecer Não é assim tão fácil Como te fazem parecer Viver é um fogo posto Mas não vou ser eu a arder Passo a passo o que procuro Juro encontrar no futuro Puro e duro a luz que falta Fecha-me num quarto escuro Estou seguro ao mesmo tempo Tento ver para lá do muro Com o passado nada contra Mas também não me misturo Para dar voltas e voltas A cabeça já está cheia Mal ou bem o que se colhe É aquilo que se semeia Sou demasiado eu Não tens a mínima ideia Antes ser um pé descalço Do que andar aí à boleia E se agora vale tudo Até uma gorda feia Ser uma miss universo A parecer uma baleia Pergunta à abelha rainha Se faz mel ou faz geleia Quando achares que não tem mal Atirar pedras à colmeia Não é má criação Ou falta de compreensão Mas tudo tem limite Quando se excede a razão E a bandeira do arco íris Numa manifestação É uma infeção sexual Para qualquer orientação Mas sem adiar assunto Porque o tema aqui é outro Tudo volta a ser normal Nem que seja a pouco e pouco Por enquanto hei-de falar Até ficar para lá de rouco Porque o mundo em que vivemos Está demasiado louco Eu falo e não me calo Dê conversa ou dê estalo Para não dar confusão Evita pisar-me um calo Sou chegado ao coração Mas como tu também me abalo E gosto pouco da mania De andar a cantar de galo Mais fácil ser honesto Num gesto do que tentar Manipular e virar resto Que fica para estragar Prostesto pelo que sinto Porque sou eu a lutar E o meu escudo é o meu corpo Com dois punhos a sangrar O que é meu não está guardado Tenho eu que ir à procura E o que aprendi com o passado É só uma abreviatura Porque o tempo é um relógio Que também nem tudo cura Na saúde e na doença Mente sempre quem mais jura (Refrão) Vamos ver Quem é que vai vencer Quem é que está disposto A dar o rosto e a aparecer Não é assim tão fácil Como te fazem parecer Viver é um fogo posto Mas não vou ser eu a arder